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Smartphones lideram vendas da Black Friday

Expectativa é que faturamento cresça 30% e atinja R$ 2,1 bilhões no comércio eletrônico. Brasileiro aproveita ofertas de hipermercados

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postado em 26/11/2016 07:10

George Frey/Getty Images/AFP


O desemprego em alta e a queda de renda não impediram que a Black Friday deste ano fosse um sucesso de vendas. Um balanço parcial da Ebit — entidade que acompanha a evolução do varejo digital — calculou que, até o início da tarde de ontem, o faturamento geral havia atingido R$ 1,1 bilhão no comércio eletrônico. A estimativa é de que durante toda a sexta-feira atinja R$ 2,1 bilhões, registrando uma alta de 30% em relação a 2015.

Na opinião do diretor de Operações da entidade, o consumidor estava, realmente aguardando a data para comprar. “Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar, aliada ao crescimento registrado ontem, mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado.”

Os smartphones foram os produtos mais vendidos até o início da tarde, representando 25% dos negócios da Black Friday da 0h às 14h. Pedro Guasti, executivo da Ebit, disse que os celulares hoje em dia têm funcionalidade que vão muito além do telefone. “Para muitas pessoas, o dispositivo móvel já substitui os computadores. Atualmente, a evolução tecnológica permite que até os celulares de ticket médio mais baixo ofereçam um alto grau de conectividade, isso promove a inclusão digital de boa parte da população que está adquirindo um smartphone pela primeira vez”, apontou.

Até as 14h, além dos celulares, os produtos mais comprados foram: televisão (2º), livros (3º), geladeira (4º), máquina de lavar (5º), ar condicionado (6º), fogão (7º), cafeteira (8º), jogos (9º) e perfumes (10º). O balanço final da Ebit será divulgado hoje.

Para o presidente do site ReclameAqui, Maurício Vargas, que monitorou ontem as ofertas de cerca de 1,2 mil itens no e-commerce, o brasileiro aproveitou as ofertas dos supermercados com itens de uso diário, como cervejas e artigos de limpeza, e gastou menos com produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e tênis, por exemplo, nas lojas online.


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