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Imbassahy: há ambiente favorável para a aprovação da reforma da Previdência

"E isso se faz votando", afirmou o ministro, ressaltando que espera que nesta terça a Câmara finalmente vote o projeto de recuperação fiscal dos Estados e também a urgência da reforma trabalhista

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postado em 18/04/2017 13:30

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, afirmou nesta terça-feira (18/4), após café da manhã com o presidente da República, Michel Temer, e deputados da base aliada, que o ambiente em torno da aprovação do texto da reforma da previdência se modificou bastante e que agora "há uma expectativa favorável com relação à aprovação". Imbassahy disse ainda que Temer está estimulando o Congresso e que agora é o momento dos deputados mostrarem vitalidade.


"E isso se faz votando", afirmou o ministro, ressaltando que espera que nesta terça a Câmara finalmente vote o projeto de recuperação fiscal dos Estados e também a urgência da reforma trabalhista.

Imbassahy reforçou o discurso que tem sido feito pelo presidente Michel Temer e disse que o envolvimento de políticos na lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, não pode paralisar o Legislativo. "As investigações da Lava Jato prosseguem, mas o Congresso continua sua atuação", disse.

Apesar de a mudança da idade mínima para as mulheres ter sido confirmada pelo líder do governo do Congresso, André Moura, Imbassahy disse que "há uma tendência forte em reduzir a idade das mulheres", mas ponderou que o texto ainda não está fechado.

 

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Segundo ele, o adiamento da leitura na comissão - que não será mais nesta terça e foi remarcada para quarta - não vai prejudicar o calendário do governo. "O texto não está finalizado", disse. "Mas não há nada que possa prejudicar (o andamento da reforma). Ao contrário, vai melhorar o texto", ressaltou.

O ministro rechaçou ainda a tese de que as flexibilizações na reforma signifique recuo do governo e disse que as mudanças foram "um grande avanço". "O executivo fez uma proposta e ela foi aprimorada no legislativo. Não é recuo", afirmou, ressaltando que Temer "tomou para ele a disposição de tocar a agenda de reformas".

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