Na Bolívia, Dyogo Oliveira diz que Brasil precisa de apoio do setor privado

O ministro assinou convênio formalizando o aumento de capital do país no banco de fomento do organismo internacional, o CAF

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postado em 04/07/2017 16:17 / atualizado em 04/07/2017 16:58

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse, em reunião do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), na Bolívia, que o país precisa de apoio mais direto do setor privado diante do contexto de baixo crescimento. Segundo ele, o governo brasileiro está buscando parceiros para dar “velocidade” a uma agenda de comércio.
 
 
Na avaliação do ministro, o cenário desfavorável se estende para a América Latina e destaca que o CAF pode ser o vetor para ajudar os países da região. O encontro também tratou de projetos de infraestrutura no Brasil. Ao todo, são 31 nas áreas de educação, urbanismo, saneamento, turismo e transporte. Sete para estados e 24 para municípios. A carteira do banco no Brasil soma US$ 1,4 milhões.

O ministro assinou convênio formalizando o aumento de capital do país no banco de fomento do organismo internacional. Dada a restrição orçamentária, o governo brasileiro dará contribuição de US$ 572 mil, dividindo nos próximos oito anos. Segundo o Ministério do Planejamento, o objetivo é promover desenvolvimento sustentável e integração regional da América Latina.

“Tendo em vista a importância da CAF nos últimos anos e o crescimento da carteira de projetos, foi aprovado um aumento de capital do organismo e o Brasil, se não fizer esses aportes, corre o risco de perder um volume muito maior de recursos para financiar a infraestrutura”, afirma Oliveira.

O presidente da CAF, Luis Carrança, diz que a meta do banco é o desenvolvimento de longo prazo da América Latina. Segundo ele, o CAF deve aumentar presença na Ásia e Europa. O evento ocorre na manhã de hoje (4) em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
 
*Estagiário sob supervisão de Anderson Costolli. 
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