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Suplemento especial vai ajudar você a escolher a escola do seu filho

Este ano, as reportagens tratarão o uso de tecnologia dentro de sala de aula. A ideia é conscientizar os pais sobre esse tema tão pertinente na educação das crianças dessa geração

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postado em 22/10/2014 11:26

Laisa Queiroz / , Olívia Meireles

Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press


Com a chegada do fim do ano letivo, não tem jeito: os pais têm que começar a avaliar as escolas em todo o Distrito Federal. Para os mais experientes, é a hora para ponderar se o colégio em que os filhos estão atende as expectativas. Já os de primeira viagem percorrem vários lugares em busca do local ideal para cuidar da educação dos pequenos. Para ajudar nesse complicado processo, há 16 anos, o Correio Braziliense publica o caderno Escolha a escola do seu filho. A edição de 2014 sairá encartada no jornal do próximo sábado.

Este ano, as reportagens tratarão o uso de tecnologia dentro de sala de aula. A ideia é conscientizar os pais sobre esse tema tão pertinente na educação das crianças dessa geração. Por isso, conversamos com especialistas para explicar como tablets, smartphones e notebooks mudam a dinâmica entre professores e alunos. Relatamos histórias de escolas no DF que adotaram essas ferramentas para auxiliar os métodos de ensino. Não deixamos de escutar, entretanto, a opinião de quem não embarcou no momento.

Encontramos escolas que procuram oferecer um currículo variado, como aulas de meio ambiente e finanças pessoais. Discutimos a importância de tratar assuntos cotidiano dentro da sala de aula — mesmo que eles sejam polêmicos. Para definir os assuntos a serem tratados, contamos com a ajuda dos internautas. Eles fizeram perguntas sobre especificidades da escola no site oficial do projeto (www.correiobraziliense.com.br/escolhaaescola). Também participaram da enquete: O que o senhor (a) leva em consideração na hora de escolher a escola do seu filho? Ao todo, 1.902 pessoas se manifestaram e optaram entre metodologia de ensino, preço, localização, aprovação no vestibular e outras preocupações.

Para Milena Cerejido Marquine, 32, mãe de dois filhos — a menina , de 10 anos, e o menino, de 6 anos —, a qualidade do ensino vem em primeiro lugar na hora de escolher a escola. “Sou formada em pedagogia e avalio a proposta pedagógica e o método de ensino sempre”, diz. O preço também é um fator de peso. “Como viemos do interior de São Paulo, onde as escolas são baratas, foi um susto chegar a Brasília e ver que é muito mais caro.”

A localização não está entre as prioridades. As crianças estudam na Asa Sul, mas a família vive na Asa Norte. “Tem que ser viável, claro, mas preferimos uma escola que atenda às nossas preferências de ensino um pouco mais distante do que uma próxima que não tenha muito a ver”, considera. Entre essas preferências, está a religião. “Como somos católicos, gostamos de escolas que sigam a nossa crença, principalmente pela questão da ética e respeito ao próximo. Mas, se for um colégio que tenha outra religião e ainda assim ensine os mesmos valores que temos em casa, não vemos problema”, garante o pai, Everaldo José Marquine, 42 anos.

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