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Liberdade, experiência e homenagem marcaram o 48º Festival de Brasília

A produção mostrada da tela do Cine Brasília enriqueceu a produção nacional

postado em 23/09/2015 07:30

Ricardo Daehn

Rodrigo Nunes/Esp. CB/D.A Press


Na arte de um renascimento, com curadoria afinada — apesar de uma derrapada, ao final da programação dos longas —, o 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro se afirmou na temática da liberdade. Quase 15 anos depois de conduzir o longa Janela da alma, que ressaltava limitações visuais de artistas, foi o diretor Walter Carvalho quem calibrou, na noite de abertura, o olhar do público, reeducado com o documentário Um filme de cinema. Até Julio Bressane, entrevistado no longa, refez as pazes com o evento mais tradicional e respeitado da cidade.

No espírito da arte imita a vida e vida se alimenta de arte, o longa de Walter bebeu de Cinema Paradiso, enquanto, dentro do Cine Brasília, os irmãos Carvalho (Vladimir, homenageado, aos 80 anos) celebraram a união pela sétima arte. Brasília também teve oportunidade de saudar talentos desaparecidos. No rol, o ativista Jota Pingo (visto no curta João Brandão adere ao punk), o maestro Cláudio Santoro, que teve a obra repassada em Santoro — O homem e sua música (com breve luz sobre Sílvio Barbato) e o cineasta bombeiro Afonso Brazza, maroto e risível, em Esse Afonso é uma Brazza.

Brasília, depois de uma afirmação consistente no plano nacional, com filmes e talentos espalhados em festivais de peso e entrada de longas em circuito, além da produção local no encerramento do 48º Festival, por meio do evento, alarga horizontes no campo de cinema. Discussão de coproduções e exibições de fitas estrangeiras responderam pela ampliação.

 

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