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Três filmes abrem a mostra competitiva deste sábado (24)

No palco do Cine Brasília, diretores Fellipe Fernandes e Ricardo Alves Jr. lamentam momento político atual

postado em 24/09/2016 19:54 / atualizado em 24/09/2016 20:52

Alexandre de Paula - Especial para o Correio /

Na quarta noite da mostra competitiva, os curtas O delírio é a redenção dos aflitos e Estado itinerante, bem como o longa Elon não acredita na morte, abriram as exibições às 19h. Antes e durante a fala das equipes, houve troca de ofensas entre a plateia no embate de gritos de "Fora, Temer" e de um solitário "Força, Temer".

Primeiro a subir ao palco, o diretor de O delírio é a redenção dos aflitos, Fellipe Fernandes, afirmou que fazer arte no momento atual é uma forma de resistência. "É uma alegria muito grande, neste ano tão incrível pela seleção e pelo contexto em que se insere, pela tradição política do Festival", disse.

Ana Carolina Soares, diretora de Estado itinerante, falou sobre o corte de cobradores no transporte público de Belo Horizonte nos finais de semana. "É uma tristeza muito grande e isso gerou o filme", explicou.
 
Helio Montferre/D. A. Press

Diretor do longa Elon não acredita na morte, Ricardo Alves Jr. falou sobre a emoção e o contexto político atual. "É muito importante estar aqui, é uma grande emoção, estamos vivendo um ano muito difícil, que refletiu no Festival", afirmou.




 
49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Até 28 de setembro, no Cine Brasília (106/107 Sul). Entrada franca, exceto nas sessões das mostras competitivas, com ingressos a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Verifique a classificação indicativa de cada filme. 

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