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Daniel Aragão apresenta o filme Boa sorte, meu amor, enquanto Cao Guimarães mostra o documentário Otto

Yale Gontijo

Publicação: 20/09/2012 08:12 Atualização: 20/09/2012 14:25

 (Cao Guimarães/Divulgação)

A terceira noite das mostras competitivas do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro será difusa em temáticas e esquemas narrativos. O filme pernambucano que encerra a última sessão, marcada para iniciar às 21h, trabalha polos opostos entre som e silêncio, tradição e modernidade, sertão e metrópole. Boa sorte, meu amor, de Daniel Aragão, fixa-se na relação nada simples entre Dirceu (Vinicius Zinn) e Maria (Christiana Ubach) e nas mudanças ocasionadas por esse encontro. O mundo de Dirceu e Maria é monocromático. Como se também a fotografia de Pedro Sotero operasse em contrastes.

Ele descende da aristocracia latifundiária de Pernambuco e trabalha no ramo da demolição em Recife. Ela é uma pianista também de origem sertaneja vivendo na cidade grande e em busca do sucesso. “A personagem precisava lidar com esse sonho de ser uma grande musicista em uma cidade que lida com valores arcaicos, onde o trabalho é visto de uma forma conservadora e o artista não é valorizado. O personagem masculino se relaciona com demolição, concreto, coisas palpáveis. É sobre duas pessoas que se encontram num certo lugar do passado, com alguma igualdade das relações sociais e lidam com a realidade de formas diferentes”, equilibra Aragão.

 

Confira o trailer do filme

 

 

 

Tags: celular

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