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Choque de realidades

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postado em 28/09/2012 16:14

 

Mariana garante que só entra na internet no intervalo das aulas (Edilson Rodrigues/CB/D.A Press) 
Mariana garante que só entra na internet no intervalo das aulas

Os dados sobre as crianças e os adolescentes diante das telas digitais, além de mostrar o choque entre a geração dos alunos e a dos professores, revelam que os adultos em geral — e os pais, em particular — se relacionam de forma diferente com os dispositivos. Enquanto os que nasceram quando a televisão já não era mais novidade tentam usufruir ao máximo as novas tecnologias, a geração anterior mantém uma relação mais distanciada dos equipamentos. A estrela em popularidade é o telefone celular. Além da função original, que é a comunicação por voz, o aparelhinho portátil também serve para ouvir música, tirar fotos, bater papo e navegar na internet. A professora da USP Brasilina Passarelli lembra que esse fenômeno pode ser considerado normal. “Os pais e professores não participaram desse processo como os jovens”. Exemplo dessa estatística é o estudante Rafael Galvão, 13, que ganhou o primeiro telefone celular quando tinha 9 anos. “Gosto, principalmente, dos jogos que acho na internet”, diz o adolescente. A “expertise” fez com que ele se tornasse uma espécie de tutor para a geração que veio antes dele. A avó, Maely Gehre, 67, diz que o neto já a salvou em diversas situações. “Quando entro no meu e-mail, sempre preciso das dicas dele. Essa geração é muito esperta com as tecnologias”, diz a vovó coruja e, agora, conectada.

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