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Debatedores veem educação em tempo integral como meta vital para o País

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postado em 30/10/2013 15:34 / atualizado em 30/10/2013 15:37

Agência Câmara

Até 2020, o governo tem como meta oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas do ensino básico e atender 25% dos estudantes. A afirmação, do presidente da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), dá o tom do seminário sobre educação em tempo integral que está sendo realizado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

O evento conta com especialistas da França, Portugal e Espanha, que apresentam experiências em seus países e dialogam com estudiosos brasileiros. Estes falam sobre os estudos e as práticas já adotadas no País.

Envolver a família
O segundo secretário da Câmara, deputado Simão Sessim (PP-RJ), afirmou que a educação em tempo integral significa o envolvimento de toda a comunidade onde a escola está inserida. Segundo ele, é preciso reinserir as famílias nesse projeto, dando voz e devolvendo a elas o papel que foi transferido às escolas.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), ressaltou que os resultados do exame Pisa mostram que os países que estão nas primeiras colocações investem na educação em tempo integral. O Pisa avalia a qualidade do ensino no mundo inteiro por meio de testes com alunos da educação básica nas áreas de Leitura, Matemática e Ciências.

A secretária de Educação Continuada do Ministério da Educação, Macaé Evaristo dos Santos, ressaltou que não possível o desenvolvimento pleno da educação em tempo integral se não forem alcançadas políticas setoriais que dialoguem com o esporte, a saúde e a assistência social.

Os recursos para a ampliação da educação em tempo integral viriam dos 10% do PIB para o setor de ensino, previstos no projeto do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), já aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em análise no Senado.

O seminário prossegue à tarde, no Auditório Nereu Ramos.
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