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Brasiliense entra para hall acadêmico de universidade canadense

Maria Eduarda Negri, 21 anos, cursa relações internacionais no UniCeub e fez intercâmbio no país no último semestre. Reconhecimento é concedido para estudantes que alcançaram nota máxima nas disciplinas

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postado em 14/07/2015 19:22 / atualizado em 14/07/2015 19:27

Paula Braga /Especial para o Correio

Arquivo pessoal
Além do conhecimento adquirido durante um intercâmbio em outro país, a estudante brasiliense de relações internacionais Maria Eduarda Negri, 21 anos, voltou para casa com mais uma experiência na bagagem: por conta do bom desempenho durante o semestre em que estudou na Mount Royal University, no Canadá, ela foi nomeada para o Dean's Honour Roll da universidade – uma espécie de lista da fama acadêmica que prestigia alunos que alcançaram nota A em todas as disciplinas que cursaram. Ela é estudante do sexto semestre da graduação no Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e realizou o intercâmbio por conta de uma parceira entre as instituições de ensino.

“Eles liberam a lista depois de todos os resultados. Quando recebi a notícia, já estava no Brasil. Fiquei muito feliz. É gratificante ter o esforço reconhecido”, conta Maria Eduarda, que embarcou para o Canadá em janeiro deste ano e retornou para Brasília ao fim do semestre de verão, em 30 de abril. Ela cumpriu quatro disciplinas durante o período: política e mídia, empresas internacionais, francês, e relações internacionais contemporâneas. “Acho que as universidades daqui poderiam adotar esse sistema de reconhecimento. O que vi no exterior é que muitos estudantes estrangeiros usam essa condecoração no currículo, para informar que fizeram um curso com boas notas”, sugere a estudante.

Histórico de boas notas
O sucesso acadêmico de Maria Eduarda não veio somente com os estudos no Canadá: para ser selecionada para o intercâmbio ela precisou manter um histórico de notas altas também no UniCeub. "A cada ano, somente dois alunos do curso são selecionados para fazer esse intercâmbio. Eles são escolhidos de acordo com as notas e a recomendação dos professores, então precisei manter notas altas desde o início do curso. No Canadá pude escolher as disciplinas que iria estudar, então eu tinha interesse em todas. Diferentemente das universidades brasileiras, as canadenses cobram muitos trabalhos, apresentações. Então eu estava sempre estudando de acordo com a demanda das aulas", afirma Maria Eduarda.

Carreira na área
O interesse pelo curso de relações internacionais surgiu ainda no ensino médio, após um intercâmbio na Suíça. “Estudei na Escola Americana de Brasília e sempre tive contato com filhos de diplomatas. Mas decidi pelo curso depois que fiz um intercâmbio em Lugano, na Suíça, em dezembro de 2010”, lembra a estudante.

Apesar de ainda não ter definido em qual função pretende atuar após a graduação no curso de relações internacionais, a estudante tem predileção por algumas áreas. “Desde o primeiro semestre, faço estágio na área de economia. No próximo semestre, vou iniciar um estágio em assessoria internacional que vai ser uma experiência diferente. Mas ainda não decidi se quero seguir na área de economia, prestar um concurso público ou trabalhar com diplomacia”, afirma a estudante.

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