SIGA O
Correio Braziliense

publicidade

Novo reitor da UnB precisará de diálogo para garantir investimentos

O gestor precisará dialogar com todos os segmentos da instituição e garantir investimentos para consolidar a atuação dos câmpus fora do Plano Piloto

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 21/07/2016 06:08 / atualizado em 21/07/2016 09:23

Mariana Niederauer - Especial para o Correio

Os responsáveis por gerir a Universidade de Brasília (UnB) pelos próximos quatro anos terão diversos obstáculos pela frente. Além de manter o rigoroso controle orçamentário, uma vez que o cenário econômico do país não deve melhorar no curto prazo, será preciso dar mais atenção às demandas de servidores e alunos e investir nos outros câmpus da instituição.

Entre os servidores técnicos-administrativos, a principal reivindicação para a próxima gestão é a flexibilização da jornada de trabalho. No exercício anterior, eles tinham conquistado esse direito e quase todos atuavam 30 horas por semana. Quando a reitoria atual tomou posse, uma das medidas de austeridade tomadas foi a volta às 40 horas para aproximadamente 90% deles. O argumento era o deficit de pessoal e, na época, teve o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub). Agora, no entanto, com o quadro de trabalhadores ampliado em 12%, a categoria pede a volta da redução. Para o coordenador-geral da entidade, Mauro Mendes, apesar de essa ser uma pauta nacional, o reitor pode usar a autonomia universitária e garantir a diminuição.

Outra pauta importante para os técnicos-administrativos é a capacitação. Apesar de quase 1,5 mil servidores terem participado de cursos de qualificação nos últimos quatro anos, Mendes afirma que há problemas no processo de validação dos diplomas. O coordenador acredita ainda que, mesmo nas pautas que dependem do governo federal, o reitor poderá contribuir e, para isso, precisará ter habilidade de articulação. “O cargo de reitor não é apenas administrativo, é político também. Não adianta ele estar ali como um gerente de uma empresa. Precisa ser um reitor que dialoga com a sociedade, com o MEC (Ministério da Educação), com a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) e com o Ministério do Planejamento.”


 

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui

publicidade

publicidade