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Fiscalização reforçada

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postado em 10/01/2016 10:00

A Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa-DF) está de olho no cumprimento das normas relativas à lista de material escolar. Luis Claudio Megiorin, presidente da entidade, garante que a fiscalização será intensificada este ano. Segundo ele, as famílias têm papel fundamental e devem denunciar possíveis descumprimentos da lei. “Os pais têm que cortar o excesso e aquilo que eles veem que não é de uso individual”, acrescenta.


Ele lembra ainda que deve ser levada em conta não só a característica do produto — se a criança consegue ou não usar naquela idade —, mas também a quantidade. Por isso, ele reforça a importância de se cobrar da escola um plano de execução. “As escolas estão impondo um consumo insustentável para os pais, e desnecessário”, avalia.


Alguns dos materiais relacionados pela Aspa-DF como de uso da instituição e que, portanto, não devem constar das listas escolares são: resma de papel, pincel para quadro branco, giz, canudos, copos descartáveis, papel toalha, grampo para grampeador, papel higiênico e litros de cola — bastam três frascos pequenos, para uso do aluno. Na página www.paisealunos.org.br a entidade responde a uma série de dúvidas frequentes sobre material escolar e fornece um modelo de plano de execução para as escolas, que deve ser entregue durante o período de matrículas.

Planejamento completo

Saiba como organizar as compras de material escolar para não gastar mais do que o necessário

1. Reaproveite material antigo
Antes de sair às compras, promova, com a ajuda do seu filho, uma caça ao material escolar do ano anterior e analise o que pode ser reaproveitado no próximo período letivo. Assim, a economia pode variar de 20% a 40%.

2. Mostre a importância de eleger prioridades
Deixe claro para a criança que é necessário elencar o que ela acha mais importante: comprar uma mochila ou caderno mais caro ou economizar nesses itens para ganhar um presente melhor ou até uma viagem em família depois.

3. Compare preços e anote
Faça uma pesquisa primária de preços pela internet e imprima uma lista com os valores mais vantajosos de cada item. Siga para um levantamento nas lojas, evitando as que ficam em shoppings, que normalmente são mais caras.

4. Faça um diagnóstico da situação financeira
Lembre-se de levar em consideração as compras de Natal do mês anterior, os impostos cobrados no início do ano, como IPTU e IPVA, e possíveis aumentos nas contas de luz e de água, uma vez que as crianças passam mais tempo em casa.

5. Escolha a melhor forma de pagamento
Antes de finalizar a compra, saiba como pagará pelos produtos — se à vista ou a prazo, e quantas parcelas cabem no orçamento. Se tiver uma quantia reservada para o pagamento total, negocie um desconto.


Fonte: Reinaldo Domingos

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