EUA continuará lutando para eliminar a ameaça terrorista

"Mais uma vez vimos a aterrorizante face do terror dentro de nossas próprias fronteiras, porém essa é uma face que não tem fronteiras", declarou Tillerson, ao receber o seu homólogo belga Didier Reynders em Washington

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postado em 01/11/2017 15:22

Os Estados Unidos continuarão lutando para eliminar a ameaça terrorista, disse nesta quarta-feira (1º) o secretário de Estado Rex Tillerson, um dia após o atentado em Nova York, realizado por um uzbeque que mantinha vínculos com o grupo extremista Estado Islâmico (EI).



"Mais uma vez vimos a aterrorizante face do terror dentro de nossas próprias fronteiras, porém essa é uma face que não tem fronteiras", declarou Tillerson, ao receber o seu homólogo belga Didier Reynders em Washington.

O secretário de Estado confirmou a presença de uma cidadã belga e cinco argentinos entre as oito vítimas fatais do ataque ocorrido na terça-feira, no qual um homem jogou a sua caminhonete contra ciclistas e pedestres em uma ciclovia em Manhattan. Entre os onze feridos também há três belgas e um argentino.

"O ocorrido ontem em Nova York (...) adquiriu proporções internacionais", disse Tillerson, antes de prestar "total" solidariedade a Bruxelas e Buenos Aires.  

"Nós acolhemos e apreciamos a forte coalizão de todos os aliados nessa luta contra o terrorismo em todo o mundo e continuaremos essa luta até que possamos eliminar essa ameaça para todos os cidadãos americanos e nossos amigos e aliados", ressaltou.

 

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Por sua vez, Rynders considerou que além da luta contra o terrorismo a nível internacional deve-se combater o fundamentalismo internamente.

"Também precisamos trocar conhecimentos sobre as melhores práticas para a luta contra a radicalização e o terrorismo, coisas que se desenvolvem dentro de nossos países", acrescentou.

De acordo com as autoridades americanas, o autor do ataque está vinculado ao EI e se radicalizou nos Estados Unidos. A imprensa o identificou como Sayfullo Saipov, um uzbeque de 29 anos que chegou  aos Estados Unidos em 2010, aos 29 anos, e tinha visto de residência permanente.

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