Especial Publicitário - Leonardo da Vinci

Escola não é cursinho, mas sim uma preparação para a vida

Conheça mais sobre a função da escola na vida dos jovens e saiba o que é necessário para garantir uma educação completa e de qualidade

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 05/12/2016 19:02 / atualizado em 06/12/2016 17:18

Divulgação
 
Qual é afinal, o grande objetivo de se passar no vestibular? Entrar na universidade e fazer um curso superior é a resposta óbvia, mas no fundo, o que se espera com isso? Ter um diploma e um emprego na área que gosta, construir uma carreira que traga o sentimento de sucesso e bem-estar, ser apto a viver fazendo aquilo que ama, enfim, seguir um sonho. A escola é o ambiente em que jovens em desenvolvimento passam cinco horas por dia, cinco dias na semana, durante 12 anos de suas vidas. Muito mais do que passar os conteúdos do vestibular de forma eficaz, é tarefa da instituição incentivar e fornecer as ferramentas necessárias para a concretização de projetos pessoais para o futuro e ainda: acreditar nos seus alunos e mostrar o que são capazes de fazer, onde são capazes de chegar. 


A escola é onde se aprende a viver

 
Divulgação
 
“O Leonardo da Vinci me ensinou que a vida é mais do que o vestibular. Ele é uma etapa muito importante, claro, mas depois dela temos uma vida a seguir e temos que fazer o melhor dela”, declara Amanda Farago, 18 anos, estudante de engenharia ambiental na Universidade de Brasília. Hoje, ela tem como principal objetivo ser um destaque na faculdade e realiza várias atividades extracurriculares, como o PIBIC – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. Amanda acredita que o apoio da escola passou confiança e motivação para dar sempre o seu melhor em tudo o que for fazer, “ela me ensinou que todos nós temos a capacidade e a possibilidade de sermos extraordinários naquilo que escolhemos fazer”, completa. Luiz Fernando de Assis Gomes, 26 anos, advogado, aprendeu noções de disciplina, moral e ética com a escola e “isso fez muita diferença na minha vida profissional, já que busco ser melhor todos os dias”. Hoje, ele é convidado para dar palestras na semana de orientação vocacional do colégio: “essa interação me faz muitíssimo bem, olho para os alunos e me vejo há alguns anos atrás cheio de dúvidas, vejo o quanto eu cresci graças a todo aquele apoio que recebi quando estava no lugar deles”, revela. 
 
Arquivo Pessoal
 
 
O colégio é a primeira instituição que as crianças conhecem depois da família, e a primeira experiência de vida em comunidade, assim como uma das principais referências em termos de constituição de valores individuais e coletivos e padrões de relacionamento, o que traz grande responsabilidade na formação dos futuros cidadãos da sociedade. Mariana Bittencourt Rabelo, 28 anos, publicitária concursada da Caixa Econômica Federal e Pabblo Cardelino Ghobad, 28, formado em engenharia de redes e servidor público do Senado Federal, se conheceram na escola, começaram a namorar na faculdade e hoje estão casados. O vídeo de casamento foi filmado na própria instituição, de tão marcante que ela foi para a história dos dois. “O clima da escola sempre foi propício para aproximar os alunos e intensificar amizades. Muitos dos nossos amigos da época são nossos amigos até hoje e foram padrinhos do nosso casamento”, conta Mariana. Foi na escola também que ela desenvolveu um gosto pela escrita, hoje é apaixonada e tem seu próprio blog de crônicas. 
 
Arquivo Pessoal
 
 
Preparar um indivíduo para a vida adulta envolve ensiná-lo a tomar inciativas, trabalhar em grupo, saber ouvir e a expressar suas opiniões, pensamentos e ideias. Também não basta apenas transmitir os conteúdos, é preciso que os alunos saibam fazer uso deles nas práticas do cotidiano, dar valor à história, saber relacionar o espaço geográfico com as sociedades que nele habitam, e o mais importante: saber interpretar informações e transformá-las em conhecimento, tendo a capacidade de usar a criatividade para a solução de problemas. Mário Henrique Dornelas, 28 anos, é médico-residente no HBDF e afirma que foi na escola que aprendeu a lidar com a vontade de desistir perante situações difíceis e a ter paciência na hora de resolver problemas, sem se desestabilizar em situações probatórias. “Lá eu tive a felicidade de contar com apoio desde a portaria até a direção. Alguns professores sempre me incentivavam a correr atrás de tudo o que eu quisesse e isso me inspirava muito. Fiz vestibular e passei, concurso e passei, prova de residência medica e passei”, explica. 
 

O que é importante avaliar na hora de fazer a matrícula?

Arquivo Pessoal
 
Ao escolher uma escola para matricular os filhos, é preciso saber se ela disponibiliza meios de ajudar os alunos a descobrirem habilidades e trabalharem o autoconhecimento, principalmente voltado para a escolha da carreira, se os orienta em tomadas de decisão importantes e se prepara para enfrentar os obstáculos que as seguem. É interessante que ela tenha projetos que fomentem o engajamento, o espírito de participação coletiva e a compreensão da realidade da qual a criança faz parte, de forma que possa contribuir para a sua transformação. Foi devido à feira cultural do Leonardo da Vinci que Fernanda Arantes, 28 anos, hoje médica pediatra, aprendeu a trabalhar em equipe, desenvolver raciocínio crítico e a ouvir o próximo durante discussões. “Foi quando descobri minhas habilidades e aptidões, criando motivação para passar em um vestibular concorrido”, conta. A seguir, veja uma lista de atividades que a escola pode oferecer para auxiliar no desenvolvimento completo de seus alunos.
 
Esportes e artes: ajudam a desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe e lidar com diversidades, melhoram a saúde física e mental e estimulam a criatividade. 
 
Passeios e viagens: visita a museus, teatros, cinemas, parques, cidades históricas, creches, asilos, estações ecológicas, outras escolas e universidades. Essas atividades ajudam a fortalecer as relações sociais, auxiliam no desenvolvimento da disciplina e contribuem para a formação cultural do aluno.
 
Cursos e grupos de estudo: filosofia aplicada, geopolítica, cinema, animação, coral, robótica, produção teatral e fotografia são exemplos de cursos que a escola pode disponibilizar. Elas contribuem para a descoberta de aptidões e competências individuais, além de trabalhar a convivência em equipe. 
 
Eventos multidisciplinares: feiras, apresentações, simpósios e projetos desenvolvidos pelas turmas, que podem englobar temas multidisciplinares, como ciências, tecnologia, artes, cultura, artesanato e sustentabilidade. Contribuem para reduzir o medo e desenvolver habilidades como falar e apresentar projetos em público, além de incentivar o engajamento do aluno com assuntos que se identifica. 
 
Oficinas e debates: ajudam o aluno a extravasar os conceitos aprendidos em sala de aula, desenvolver a capacidade de reflexão e senso crítico e adotar uma postura ativa em relação aos acontecimentos e polêmicas do dia a dia, como processos legislativos e decisões políticas. 
 
Formação cidadã: palestras, seminários e projetos de extensão, como trabalho voluntário, que auxiliem na educação civil e moral do aluno são importantes para o desenvolvimento prático da consciência e da responsabilidade do aluno sobre seu papel na sociedade, a importância de ajudar outras comunidades, o senso de altruísmo e o cuidado com outros seres vivos. 
 
Divulgação
 
 

Resultados também são importantes

 
O fato de a escola trabalhar os diversos aspectos da formação social dos alunos não reduz a importância do desenvolvimento intelectual, e os resultados nesse quesito devem ser tão bons quanto os demais. O colégio Leonardo da Vinci tem 47 anos de tradição na formação de profissionais baseada nos pilares de ética, inovação, responsabilidade social e ambiental. O projeto pedagógico busca trazer para a sociedade, cidadãos éticos, competentes, íntegros, solidários, criativos, empreendedores e preparados para enfrentar e vencer desafios, para viver em equilíbrio consigo mesmos, com o seu ambiente e com o seu próximo, de forma digna e edificante, por meio do conhecimento e dos exemplos oferecidos pelos professores, pela equipe pedagógica, pelos funcionários e pelos diretores. 
 
No entanto, a escola se destaca também pela formação cognitiva de seus alunos: foram 19 primeiros lugares conquistados no PAS/UnB 2015/2016; medalha de ouro na Olimpíada Nacional de Física deste ano e bronze na internacional, que ocorreu na Suíça; prata na Olimpíada Nacional de Química 2016 e primeiro lugar no ENEM DF em formação de corpo docente e alunos que cursaram todo o ensino médio na mesma instituição. Para conhecer mais, entre em contato pelo telefone (61) 3351-0606 ou pelo site www.leonardoonline.com.br.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.
 
Daniela
Daniela - 09 de Dezembro às 14:31
Francamente, meu filho estudou no Leonardo da Vinci no terceiro ano do ensino fundamental I (8 anos) e a experiência não foi boa. A escola só dava cópia do quadro, não possuía quase nenhum a outra ferramenta pedagógica e, nas palavras da professora, "o Leonardo é uma escola preparatória, o seu filho está treinando para fazer vestibular e concurso, que é a grande atividade profissional da cidade". Hoje ele tem 10 anos e foi para uma escola onde existem várias formas de aprender e ele desenvolveu muito melhor a escrita do que passando 4 horas copiando do quadro, como era no Leonardo da Vinci.