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Ministra rebate crítica de que governo não investe em prevenção a desastres Gleisi Hoffmann ressaltou que desde o fim de 2011, com as grandes tragédias no Rio de Janeiro, o governo começou a trabalhar um programa de monitoramento de desastres naturais

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 27/12/2013 13:41 Atualização:

Ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann ( Antônio Cruz/ABr)
Ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann

A constante crítica de que o governo não investe em prevenção aos desastres naturais foi rebatida nesta sexta-feira (27/12) pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Segundo ela, o governo tem investindo na área, com intensificação em 2012. A ministra ressaltou que desde o fim de 2011, com as grandes tragédias no Rio de Janeiro, o governo começou a trabalhar um programa de monitoramento de desastres naturais.

“Conseguimos dar respostas na emergência exatamente na articulação entre órgãos federais e governos dos estados e municípios. Lançamos em 2007 e 2009, um conjunto de obras com cerca de R$ 5,5 bilhões. Em 2011, a presidente lançou mais um volume de recursos para essas obras, cerca de R$ 4,7 bilhões. Mas foi em 2012 que fizemos as principais seleções de obras de prevenção, cerca de R$ 12 bilhões”, destacou.

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Na avaliação da ministra, o governo estava preparado. Desde o ano passado temos um programa integrado com os nossos ministérios, com os Estados e municípios para fazer essas respostas. Tanto que o governo conseguiu mobilizar num curto espaço de tempo as Forças Armadas, a Força Nacional do SUS. Conseguimos liberar recursos para emergência no Espírito Santo, levar os primeiros socorros. Isso tudo facilitou para que chegássemos à população”, pontuou.

Ela disse ainda que dentre os 821 municípios prioritários, 538 já foram mapeados pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). “Tanto que demos alerta (no Espírito Santo) e algumas pessoas conseguiram sair de casa”, afirmou. “Não é um trabalho simples de se fazer. Os técnicos vão ao campo. Não é um trabalho georreferêncial, apenas”, pontuou. Até o momento, as chuvas em Minas Gerais e no Espírito Santo já resultaram em 41 mortes.

Apesar de ter garantido que o governo está preparado, a ministra disse que não tem controle sobre a natureza e que o estado tem que se mobilizar em fazer com que os moradores dessas regiões suscetíveis tenham estruturas melhores ou saiam da área. “A gente não tem como evitar chuvas, vendavais e não controlamos isso. É uma situação com a qual nós temos de conviver. Assim como o Japão e outros países, você não evita tsunami”, disse.

Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Denisar belvedere
Haveria uma redução significativa de desastres naturais se os governos municipais cumprissem com a obrigação de fiscalizar e impedir construções em área de risco. Mas o que se vê é exatamente o oposto. Por alguma razão que "desconhecemos" prefeitos e vereadores sucumbem à especulação imobiliária. | Denuncie |

Autor: Paulo Costa
A preparação é tanta que podem ser computadas no número de vítimas fatais, nos prejuízos com as destruições...Vergonha!!! Enquanto isso, exumação de Jango, gastos com Comissões da "Mentira", viagens nababescas ao Exterior com Recursos Públicos, uso de meios nobres de transporte para campanhas... | Denuncie |

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