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"Venda de Neymar seria mais transparente com leilão público", diz senador Após a queda do mandatário do Barcelona, Gim Argello defendeu projeto que cria leilões públicos como forma de garantir mais transparência nas negociações de jogadores de futebol

Agência Senado

Publicação: 24/01/2014 17:06 Atualização:

Temendo prejudicar imagem do Barcelona, Sandro Rosell renunciou à presidência do Barcelona (Albert Gea/AFP)
Temendo prejudicar imagem do Barcelona, Sandro Rosell renunciou à presidência do Barcelona

Depois da renúncia de Sandro Rosell da presidência do Barcelona, o senador Gim Argello (PTB-DF) defendeu nesta sexta-feira (24/1) o projeto - apresentado por ele - que cria leilões públicos como forma de garantir mais transparência nas negociações de jogadores de futebol. Rosell renunciou ao cargo na quinta-feira (23/1) sob a acusação de que o clube catalão teria contratado o atacante brasileiro Neymar por um valor maior do que o declarado oficialmente.

Segundo a imprensa espanhola, documentos em poder da Justiça revelam que o Barcelona teria pago 95 milhões de euros (aproximadamente R$ 300 milhões) para tirar o jogador do Santos, em maio do ano passado. O clube catalão havia divulgado um valor de 57 milhões de euros (R$ 180 milhões).

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A ideia do senador Gim é modificar a chamada Lei Pelé com a criação do “leilão do contrato especial de trabalho esportivo”, restrito a jogadores de futebol. Haveria a publicação de edital e a divulgação dos lances feitos pelos clubes interessados.

Regras do leilão

A proposta também prevê que o jogador poderia definir em edital as regras do leilão: lance mínimo, valor do salário e benefícios como casa e carro. Também poderia estabelecer critérios para os clubes participantes, se brasileiros ou do exterior. Para o senador Gim, o leilão não serviria apenas para transações consideradas milionárias, como a que envolveu o atacante Neymar.

O projeto que cria o leilão de jogadores de futebol está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda designação de relator. A proposta também terá que passar pelas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Educação, Cultura e Esporte (CE) antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

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