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Protestos contra a Copa voltam a preocupar o governo brasileiro Grupos à frente das manifestações contra o Mundial estão presentes nas 12 sedes e contam com mobilização nas redes sociais. Ao contrário dos rolezinhos, são formados por estudantes com nível superior

Leandro Kleber

Renata Mariz

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 28/01/2014 06:02 Atualização: 28/01/2014 08:05

Familiares e amigos de Fabrício, baleado pela PM paulista no último sábado, levaram faixa e cartazes para a porta do hospital onde o rapaz está internado: inquérito aberto (Adriano Lima/Brazil Photo Press)
Familiares e amigos de Fabrício, baleado pela PM paulista no último sábado, levaram faixa e cartazes para a porta do hospital onde o rapaz está internado: inquérito aberto

Criados há mais de três anos para cobrar das autoridades públicas mais investimentos e políticas voltadas à melhoria de vida da população, os 12 comitês populares contra a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil espalhados pelas cidades sedes do evento, que ajudaram a impulsionar inicialmente as ruas do país em junho do ano passado, não conseguiram mobilizar mais do que 5 mil pessoas no último fim de semana. Em Brasília, por exemplo, foram menos de 100 participantes marchando pela W3. Apesar da baixa adesão neste começo de ano, os protestos preocupam novamente o governo brasileiro principalmente pela violência registrada em São Paulo, que teve pessoas feridas e carros incendiados. O Planalto teme a má repercussão das cobranças da sociedade, principalmente às vésperas da eleição presidencial, principalmente por conta da grande mobilização desses grupos nas redes sociais.

Diferentemente do público dos rolezinhos, composto basicamente por adolescentes da periferia que buscam espaço para diversão, os líderes dos manifestantes são moradores ou profissionais atingidos por políticas da Copa e estudantes com nível superior. Muitos se inspiram em manifestações recentes feitas pelo mundo, como a Primavera Árabe e os protestos contra o encontro da Organização do Comércio em Seattle (EUA), e se comunicam pela internet. Para tentar ganhar corpo e buscar apoio, mantêm diálogo com movimentos mais tradicionais, como os sem terra, indígenas, quilombolas e atingidos por barragens.

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“Não são marginais ou baderneiros. É uma articulação nacional preocupada com os gastos públicos e o impacto social da Copa”, avalia o sociólogo e cientista político Rudá Ricci. Segundo ele, os políticos tiveram chance de se reunir para conversar com os integrantes do movimento, mas não o fizeram. “Tenho a impressão de que o medo do governo de que as manifestações quebrem a normalidade do processo eleitoral levem ao confronto. O Planalto está desesperado com essa ameaça no meio da uma disputa eleitoral”, afirma. Segundo ele, cerca de 12 mil famílias tiveram de deixar as suas casas para a execução de projetos da Copa.

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Esta matéria tem: (11) comentários

Autor: danie rodrigues cruz
ISSO, FOI UMA ARMAÇÃO DO GOV DE SP PARA INCITAR O POVO CONTRA A COPA...O POVO SEMPRE GOSTOU DE FUTEBOL...AGORA A IMPRENSA VEM COM ESSA MENTIRADA PARA TENTAR ELEGER O CASEIRO DOS EUA...COITADO DO POVO BRASILEIRO,NÃO PODEMOS ELEGER UM VICIADO... | Denuncie |

Autor: André Araújo
Protestar pelo estádio construído é igual a chorar pelo leite derramado. O movimento vale se, a partir de agora a população deixe clara quais são as suas prioridades, apostando em candidatos que as refletem. Gente, vandalismo não é protesto. | Denuncie |

Autor: valmeci santos
Força Universitários, o Brasil do Futuro é Nosso e Temos que SALVA-LO agora, se não, não teremos futuro só PÃO E CIRCO, fica meu apoio " LUTAR SEMPRE, VENCER TALVEZ,DESISTIR JAMAIS. o Brasil precisa ser reconquistado das mãos dos corruptos!!!!!!!!!!!! | Denuncie |

Autor: Luiz Campos
Se o brasil construir hospitais no "padrão fifa," para atender a todos os brasileiros, aí apoiaremos integralmente a realização da copa. | Denuncie |

Autor: Luiz Campos
o problema é que os gastos com estádio é na cifra bi. O mané garrincha custou mais de um bilhão. Por que não há dinheiro para fazer hospital? | Denuncie |

Autor: Éder Aquino
Petistas pensavam que só o PT tinha capacidade para fazer movimentos populares, acho é bom.........!!! | Denuncie |

Autor: augusto lima
Dinheiro para educação, saúde, segurança, etc, não tem, mas para Cuba e para Copa tem...querem financiar Cuba, que vão morar lá. Sou contra manifestação com violência, mas a pior violência, é um desgoverno petista, que afronta a todos nós. E o caso de Portugal, por si só, já incita a violência. | Denuncie |

Autor: josé de jesus alencar mafra josé de jesus alencar mafra
Pior são os Governos. Gastam fortunas com estádios e NÃO investem em infraestrutura, logística, educação, saúde, tecnologia e segurança pública. | Denuncie |

Autor: João Batista Martins
Isso não vai acabar bem! | Denuncie |

Autor: Fernando Carvalho
O que fazem esses manifestantes para melhorar a Educacao do país? Marcam encontros na redes, postam as fotos e depois vao beber cerveja? | Denuncie |

Autor: VASCO VASCONCELOS
O Governo falha ao ouvir somente movimentos violentos. Há anos os Movimentos dos Bacharéis em Direito,ADVs suplicam pelo fim da escravidão contemporânea da OAB, ou seja o fim do caça-níqueis Exame da OAB, clamando pelo DIREITO AO TRABALHO e não encontram guarida. Até quando Catilina abusarás (.) | Denuncie |

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