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Copa do Mundo de futebol pressiona disputa eleitoral nas 12 cidades sedes Mobilidade urbana, segurança pública e sinalização das cidades durante os jogos terão peso decisivo no humor dos eleitores nas eleições para governador

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 18/05/2014 08:00 Atualização:

Tentativa de invasão à prefeitura de São Paulo, em 2013: forças policiais terão de garantir tranquilidade de torcedores e turistas sem extrapolar limites entre a ação e a truculência (Fabio Braga/FolhaPress)
Tentativa de invasão à prefeitura de São Paulo, em 2013: forças policiais terão de garantir tranquilidade de torcedores e turistas sem extrapolar limites entre a ação e a truculência


A Copa do Mundo, que inclui o resultado dentro do campo e problemas ou acertos fora dele, não vai influenciar apenas na disputa presidencial entre Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), os principais postulantes ao Palácio do Planalto em outubro. O Mundial também deve impactar nas disputas para o governo estadual das 12 cidades que sediarão os jogos: Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Mato Grosso, Distrito Federal e Amazonas.

Pelas ruas delas, circularão os torcedores e turistas, utilizando os metrôs, BRTs (Bus Rapid Transit) ou VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos). Os candidatos à reeleição — são quatro ao todo —, aqueles que são apoiados pelos atuais governadores e os oposicionistas poderão ser beneficiados ou prejudicados pela boa ou má sinalização das cidades. E mais do que isso, estará sob rigorosa análise da população a capacidade das forças policiais em garantir a segurança contra assaltos e coibir a ação dos black blocs nas manifestações públicas garantidas em ambientes democráticos.

Este último ponto, na avaliação de especialistas ouvidos pelo Correio, é o mais nevrálgico. Além de ser uma missão constitucional, a segurança pública é encarada pelos cidadãos como uma responsabilidade do governo estadual, com os aparatos das polícias militar e civil. Em muitas situações, como aconteceu no Rio de Janeiro, por exemplo, a administração estadual pediu ajuda da Força Nacional de Segurança após o recrudescimento da violência nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

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