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Desafio de partidos é ganhar a atenção do eleitor durante a Copa do Mundo Por imposição da legislação eleitoral, PSDB, PT e PSB farão as convenções nos dias 14, 21 e 28 de junho, respectivamente

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 19/05/2014 07:52 Atualização: 19/05/2014 08:00

Em ano eleitoral, o mês de junho é reservado para as convenções partidárias que definirão os candidatos às disputas de outubro. No caso das eleições presidenciais, os partidos políticos, ao lado dos eventuais aliados, organizam grandes festas para que os postulantes ao Planalto sejam conhecidos. As convenções também delimitam o início informal das campanhas, embora, pela legislação eleitoral, elas só possam começar, de fato, na primeira semana de julho.

Os pré-candidatos Eduardo Campos, Dilma Rousseff e Aécio Neves: as festas das convenções partidárias desta vez concorrerão com os jogos da Copa nas cidades brasileiras (Carlos Moura e Bruno Peres/CB/D.A Press)
Os pré-candidatos Eduardo Campos, Dilma Rousseff e Aécio Neves: as festas das convenções partidárias desta vez concorrerão com os jogos da Copa nas cidades brasileiras


Mas, neste ano, as festas partidárias serão ofuscadas pela Copa do Mundo no Brasil. Dificilmente algum brasileiro, além dos filiados e militantes, prestará atenção ao que acontecerá na política ao longo dos 30 dias de realização do mundial. Com isso, os principais candidatos ao Planalto preparam-se para não perder tempo ao longo deste período e, assim, tentar garantir uma ou outra aparição pública para lembrar aos eleitores quem eles são.

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Candidata à reeleição, a presidente Dilma Rousseff terá o ônus e o bônus de ser a anfitriã da Copa do Mundo. A convenção do PT deve ocorrer no dia 21 de junho, na segunda semana do Mundial e ainda na primeira fase do torneio. Como tem mostrado o Correio ao longo das últimas três semanas, o Palácio do Planalto preocupa-se com a avaliação quanto às obras de mobilidade urbana, aeroportos e a segurança aos turistas nacionais e estrangeiros que circularão pelo país entre junho e julho. As manifestações contra a Copa realizadas na última quinta-feira deram um alento ao governo. Mas foi insuficiente para desligar o nível de alerta governamental.

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Autor: Adeilsa Sekisugi
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