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Ex-diretor da Petrobras é solto em Curitiba após decisão do Supremo Decisão foi tomada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pela manhã concedeu liberdade a todos os investigados na Operação Lava Jato, da PF

Agência Brasil

Publicação: 19/05/2014 17:01 Atualização: 19/05/2014 17:08

Paulo Roberto Costa estava preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba (Valter Campanato/Abr)
Paulo Roberto Costa estava preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba


O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que estava preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, foi solto na tarde desta segunda-feira (19/5). O alvará de soltura foi expedido pelo juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, em cumprimento à decisão do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pela manhã concedeu liberdade a todos os investigados na Operação Lava Jato, da PF.

“O doutor Sergio Fernando Moro determina a autoridade policial/penitenciária que, ao ser-lhe apresentado o presente alvará de soltura, indo por ele assinado, ponha imediatamente em liberdade, se outro motivo não houver para permanecer preso, o acusado abaixo qualificado, em vista do contido na decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, mediante o compromisso do acusado de não se ausentar da comarca onde declaradamente reside e de entregar o passaporte a este juízo no prazo de 24 horas.”, decidiu o juiz.

Teori Zavascki também determinou que oito ações penais, abertas pelo juiz Sérgio Fernando Moro para apurar as denúncias apuradas na operação, sejam suspensas. O ministro entendeu que, em função da presença de parlamentares, que são citados nas investigações, o juizado de primeira instância não pode continuar com a relatoria dos processos. Por isso, deve enviar todos os processos ao Supremo, para que os ministros decidam quem será investigado pela Corte.

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A decisão foi tomada após o juiz Sérgio Moro enviar ao ministro, na sexta-feira (16), parte da investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, na qual o deputado federal André Vargas (sem partido-PR) é citado. Moro remeteu as investigações ao STF por entender que cabe à Corte apurar a relação entre Vargas e o doleiro Alberto Youssef. O deputado Luiz Argôlo (SDD-BA) também é citado em outras conversas.

André Vargas não é investigado na Operação Lava Jato, no entanto, a suspeita de envolvimento entre o parlamentar e o doleiro foi descoberta durante as investigações.

A relação entre os dois tornou-se conhecida por meio de uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada em abril. De acordo com o jornal, Vargas usou um avião do doleiro para uma viagem a João Pessoa.

Segundo o jornal, o empréstimo da aeronave foi discutido entre os dois por mensagens de texto no início de janeiro. Em outras mensagens, Vargas e o doleiro discutiram assuntos relacionados a contratos com o Ministério da Saúde, por meio do Laboratório Labogen.

Deflagrada no dia 17 de março, a Operação Lava Jato desarticulou uma organização que tinha como objetivo a lavagem de dinheiro em seis estados e no Distrito Federal. De acordo com as informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), os acusados movimentaram mais de R$ 10 bilhões.

Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: Paulo Gomes
Aí tem coisa... | Denuncie |

Autor: esdras soares
Já que bagunçou, vamos soltar tambem o fernandinho beira-mar. Uma questão de coerencia.... | Denuncie |

Autor: José A. S. Neto
Cadê os nomes e cargos/""profissão""/origem dos demais, um total de 11 ! ! ! | Denuncie |

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