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Paralisação de rodoviários em SP mantém sinal de alerta do governo federal O titular da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, condenou o movimento grevista

Amanda Almeida

Ana Pompeu

Publicação: 22/05/2014 08:24 Atualização:

Ônibus parados em São Paulo: ao menos 11 terminais ficaram fechados ontem. Governo está preocupado que o colapso no sistema de transporte público se repita na Copa  (Nelson Almeida/AFP Photo )
Ônibus parados em São Paulo: ao menos 11 terminais ficaram fechados ontem. Governo está preocupado que o colapso no sistema de transporte público se repita na Copa


Em meio a apelos do governo federal pelo fim de movimentos grevistas às vésperas da Copa do Mundo, São Paulo viveu na quarta-feira (20/5) o segundo dia seguido de caos causado pela paralisação de motoristas de ônibus. Pelo menos 11 terminais ficaram fechados, e a capital voltou a registrar congestionamentos quilométricos. No fim do dia, depois de longa reunião na Superintendência Regional do Trabalho, representantes dos grevistas prometeram suspender o movimento hoje.

Os rodoviários surpreenderam população, governo e empresas do setor, na última terça-feira, ao iniciar o momento mesmo depois de um reajuste de 10% nos salários ter sido aceito pelo sindicato da categoria. Os dissidentes não concordam com o percentual e pedem 33% de aumento. A promessa de suspender a greve foi condicionada a um encontro com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), hoje. Eles vão pedir-lhe que interceda por uma reabertura de negociações salariais, negada pelas empresas do setor.

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“Lamentável”
O caos na maior capital brasileira preocupou o governo federal. No programa Bom-dia, ministro, o titular da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, condenou o movimento. “Lamentável o que ocorreu em São Paulo, uma greve imprevista, não anunciada. É uma irresponsabilidade com o cidadão. O que estamos esperando é que haja bom senso, que, na medida em que vá chegando a Copa, esses protestos se reduzam e que de fato as pessoas saibam que elas não podem punir a população em busca de um objetivo setorial.”

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