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Em cinco anos, ao menos 51 inquéritos apuraram irregularidades no Ibama A maioria envolvendo a troca de propina por vista grossa a crimes ambientais

Amanda Almeida

Publicação: 08/06/2014 08:00 Atualização: 07/06/2014 19:09

Fiscal do Ibama em área de extração ilegal no Pará: infração mais comum é a propina em troca do alívio nas multas (Ricardo Moraes/Reuters)
Fiscal do Ibama em área de extração ilegal no Pará: infração mais comum é a propina em troca do alívio nas multas

O Ministério Público Federal abriu, nos últimos cinco anos, pelo menos 51 inquéritos para investigar supostas irregularidades cometidas por servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Levantamento feito pelo Correio, com base em dados das procuradorias regionais, mostra que, não raro, a acusação é de cobrança de propina para aliviar multas a empresários que cometeram crimes ambientais.

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Irregularidades cometidas por servidores do Ibama renderam, no mesmo período, 98 expulsões do serviço público — o que engloba demissão, cassação de aposentadoria e destituição de cargo em comissão ou função comissionada —, de acordo com cadastro mantido no Portal da Transparência pelo governo federal. Em parte dos casos, o que levou à aplicação da maior punição prevista a servidores foi o recebimento de propina ou presente em troca de não multar infratores.

A Procuradoria Regional de Goiás obteve, recentemente, vitória na Justiça em denúncia de corrupção passiva. De acordo com a acusação, Dulcineia Carvalho e Dioclemar da Silva deixaram de aplicar multa, no cargo de agente administrativo e técnico ambiental do Ibama, respectivamente, a um fazendeiro de Santa Tereza de Goiás, em julho de 2009. Em troca, os dois teriam recebido R$ 2 mil — R$ 13 mil a menos do que custaria a multa ao infrator.

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Autor: Paulo Ajuz
Quero ressaltar que o quadro funcional do IBAMA, NA SUA MAIORIA É PROBO, inclusive resistem ao assédio de apadrinhados do poder. É claro que desvios de conduta devem ser punidos. | Denuncie |

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