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Novas estratégias políticas crescem nos palanques e nas redes sociais Para especialistas, não basta ter tempo de televisão e alianças estaduais se o discurso que ele faz não está conectado com a realidade e os anseios do eleitorado

Publicação: 30/06/2014 07:11 Atualização: 30/06/2014 07:23

A briga ferrenha dos presidenciáveis em torno de mais tempo de televisão e de palanques mais robustos nos estados levanta uma questão crucial: o que é mais preponderante para que um candidato tenha mais votos e suplante os adversários na corrida eleitoral? Em tempos de campanhas midiáticas, redes sociais e poucos comícios, estrategistas políticos quebram a cabeça para montar a equação.

Para o cientista político da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo Rui Tavares Maluf, o tempo de televisão e as alianças estaduais são importantes, mas elas não são decisivas. “Nem sempre um candidato que tem mais minutos na propaganda eleitoral consegue ter êxito. Não adianta ter mais espaço se o discurso que ele faz não está conectado com a realidade e os anseios do eleitorado”, disse ele. Da mesma maneira, palanques fortes não significam empatia se o presidenciável for ofuscado pelo candidato local.

Propaganda
Durante a convenção do PT no dia 21 de junho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva brincou com a obsessão quanto às imagens para as propagandas eleitorais. “Estou falando aqui para vocês, militantes, mas tenho que fazer como o Cristiano Ronaldo (craque da seleção portuguesa e do Real Madri): ficar procurando qual a câmera está me filmando para ver se estou aparecendo bem no telão”, ironizou o ex-presidente. Lula, que em 2002 metamorfoseou-se em “Lulinha paz e amor” sob as mãos de Duda Mendonça, disse que não adianta apenas a propaganda na televisão. “Nós precisamos que vocês, militantes, saiam às ruas para defender o que fizemos nos últimos anos”, cobrou Lula. Mas os palanques também são importantes na campanha.

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