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Candidatos à presidência começam a formatar as promessas para as campanhas A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) vão protocolar os respectivos programas neste sábado

João Valadares

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Amanda Almeida

Publicação: 04/07/2014 08:19 Atualização:

Os candidatos à Presidência da República começam, pelo menos no papel, a mostrar as principais bandeiras programáticas que vão empunhar durante a campanha eleitoral. O prazo para registro de candidaturas e entrega dos programas de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai até amanhã. Os documentos que devem nortear a gestão do vitorioso ainda são provisórios. Contém apenas diretrizes, mas devem ser aprofundados, com metas detalhadas e números, até o fim do mês. Ontem, apenas o candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB) registrou o que pretende fazer caso eleito. A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) vão protocolar os respectivos programas neste sábado (5/7).

Em Brasília, Campos e Marina protocolam a candidatura
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Campos dividiu as diretrizes em cinco grandes eixos: economia para o desenvolvimento sustentável; democracia de alta intensidade; educação, cultura e inovação; políticas sociais e qualidade de vida; e novo urbanismo e pacto pela vida. Ao registrar a candidatura, ressaltou a intenção de manter os programas sociais consolidados nos governos anteriores. “O Brasil vai mudar, mas não quer mudar para o passado. O Brasil quer levar para este futuro tudo que construímos de bom, como estabilidade, o Bolsa Família, o ProUni, liberdade de expressão, mas queremos combater a corrupção, a paralisia da economia brasileira”, criticou.

O programa da presidente Dilma Rousseff tem como base inicial as propostas feitas pelo PT no último congresso da sigla, realizado no início do ano. Mas é um documento incipiente, que ainda vai ser acrescido de outros pontos nas próximas semanas, a partir de debates mais aprofundados feitos pelo comando da campanha, agregando sugestões dos partidos aliados que vão compor a coligação. Um dos pontos que será excluído, contudo, é a regulação da mídia, embora um dos integrantes do staff de campanha — o ex-ministro Franklin Martins — defenda a necessidade de que esse debate seja travado em algum momento, se não na campanha, pelo menos ao longo do próximo governo.

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Anastasia e Aécio discutem o programa de governo em Minas (Igo Estrela/Obrito News)
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Sem dar detalhes, o candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, apresentou ontem as diretrizes gerais de seu programa de governo. Entre as promessas, o tucano disse que fará uma série de reformas. “Tenho dito sobre isso, sobre a necessidade de uma reforma política, da simplificação do sistema tributário, de uma própria reforma do Estado brasileiro, da diminuição do tamanho, do gigantismo da máquina pública”, afirmou, acrescentando, como ao comentar outras propostas, que “tudo isso será detalhado ao longo da campanha”.

Propostas// Confira alguns projetos dos três principais candidatos ao Planalto

Dilma Rousseff
» Reforma política para, entre outros pontos, eliminar o financiamento empresarial privado nos processos eleitorais

» Criação de um sistema nacional de democracia participativa para promover a discussão nacional das prioridades do Orçamento federal

» Ampliar a cooperação com os governos estaduais no combate ao crime organizado

Aécio Neves
» Implementar “reformas nucleares”: tributária, política, dos serviços públicos, da segurança pública e da infraestrutura

» Princípios: descentralizar para devolver a estados e municípios competências, condições e meios de atuação, transparência da ação governamental, inovação, simplicidade e confiança

» Lutar contra a inflação e valorizar a moeda, incentivar uma política industrial que impeça a desindustrialização

Eduardo Campos
» Implantação da reforma tributária já em 2015

» Construção de 4 milhões de casas populares

» Criação de mecanismos de participação popular para possibilitar o revigoramento da democracia representativa


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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: Joana Nunes
Agora só faltam as propostas propriamente ditas. O que estão aí são as promessas. Está faltando o que define mesmo o governo: o "como". Até então, nada de novo. | Denuncie |

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