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Zé Maria critica financiamento privado de campanhas eleitorais Candidato panfletou e conversou com operários nas fábricas da MWM Motores e AGCO, de tratores e colheitadeiras, ambas em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre

Agência Brasil

Publicação: 30/07/2014 18:10 Atualização:

O candidato Zé Maria fez campanha no Rio Grande do Sul, onde criticou financiamento privado de campanhas eleitorais (PSTU/Divulgação
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O candidato Zé Maria fez campanha no Rio Grande do Sul, onde criticou financiamento privado de campanhas eleitorais


O candidato à Presidência da República, Zé Maria (PSTU), cumpriu agenda de campanha nesta quarta-feira (30/7) no Rio Grande do Sul. O candidato criticou o financiamento privado de campanhas eleitorais. Ele também voltou a defender o fim do pagamento da dívida pública e um modelo econômico que priorize os trabalhadores. O candidato panfletou e conversou com operários nas fábricas da MWM Motores e AGCO, de tratores e colheitadeiras, ambas em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre. No período da tarde, fez campanha na General Motors de Gravataí.

"Os grandes partidos recebem milhões dos bancos, empresas e empreiteiras para suas campanhas e, se eleitos, vão ter que devolver esse investimento na forma de políticas que os beneficiem. Nossa candidatura, ao contrário, é financiada unicamente pela militância e os jovens e trabalhadores que apoiam nossa campanha", disse aos metalúrgicos da General Motors.

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Mais cedo, em Canoas, ele defendeu investimentos em saúde e educação em lugar do pagamento da dívida. “Para ter salário digno, saúde e educação pública de qualidade, a primeira coisa que tem que fazer é parar de pagar a dívida pública, que consome quase metade do Orçamento Federal todos os anos, e investir isso na melhoria das condições de vida dos trabalhadores”.

“Nossa candidatura propõe um outro modelo econômico, que não mais priorize os bancos, grandes empreiteiras e empresas, como faz o atual governo, mas as necessidades dos trabalhadores e da grande maioria da população, como saúde, educação e transporte público”, acrescentou.

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