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PSB avisa que "abre consulta" sobre chapa à Presidência O nome da vice de Eduardo Campos, Marina Silva, no entanto, já está definido pelo partido

Amanda Almeida

Publicação: 17/08/2014 16:25 Atualização: 17/08/2014 16:43


O presidente do PSB, Roberto Amaral, divulgou, na tarde deste domingo (17/8), nota na qual avisa que o partido abriu o "processo de consultas" sobre seu futuro nas eleições de 2014, depois da morte de Eduardo Campos. "Sepultado nosso líder, o PSB abre o processo de consultas visando a construção de alternativa política consensual a ser adotada pela sua Executiva Nacional, instância partidária adequada para decisões dessa magnitude. Com esse objetivo, o presidente do PSB inicia consultas, começando pela companheira Renata Campos, a vice  Marina Silva e os partidos que  integram a coligação Unidos pelo Brasil", registra o texto.

Nos bastidores, no entanto, o PSB já decidiu pela ascensão da vice de Eduardo, a ex-senadora Marina Silva, à condição de candidata da legenda à Presidência da República. A indefinição agora é sobre o nome do vice. O mais cotado para o posto é o líder do PSB na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (RS), cujo perfil se encaixa em dois critérios estabelecidos pela cúpula do partido para definir o vice: ser um nome com tradição no partido e ser alinhado a Eduardo Campos. O nome da viúva, Renata Campos, também é defendido por alguns aliados, mas ela não teria demonstrado vontade de assumir a vice.



"Eduardo Campos nos legou o dever de tornar realidade sua luta, que é a de todos nós: construir um Brasil próspero e justo – a bandeira do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Sua tragédia aumenta nossos compromissos com a defesa do crescimento e da Justiça social.  Seu exemplo  de luta e vida é nosso compromisso com a nação, que procurava o sopro renovador", diz a nota do partido, que termina com a frase "não vamos desistir do Brasil", dita por Eduardo no Jornal Nacional, em 12 de agosto, um dia antes de sua morte.

Em conversa na semana passada, Marina Silva e Roberto Amaral combinaram que só oficializariam a nova chapa à Presidência da República depois do enterro de Eduardo Campos, que ocorre na tarde deste domingo. 

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