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Pedro Simon deve substituir Beto Albuquerque na disputa pelo Senado Aos 84 anos, político contraria recomendação de cargiologista para contornar crise no PMDB gaúcho

Étore Medeiros

Publicação: 25/08/2014 14:27 Atualização: 25/08/2014 14:38

 (Bruno Peres/CB/D.A Press)


O PMDB do Rio Grande do Sul anuncia na tarde desta segunda-feira (25/8) o nome do senador Pedro Simon como candidato ao Senado Federal. Aos 84 anos, Simon tentará o quinto mandato como senador, contrariando a recomendação do cardiologista Fernando Lucchese. Para o médico, o parlamentar põe em risco a própria saúde ao se submeter à cansativa rotina de campanha eleitoral.

Simon concorrerá na vaga deixada pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB), agora candidato à Vice-Presidência da República na chapa encabeçada por Marina Silva. Apesar de vir repetindo desde 2013 que não voltaria a disputar eleições, o experiente político gaúcho encara a missão para apagar um incêndio no PMDB gaúcho.

Com a saída de Albuquerque do cenário estadual, a vaga para o Senado ficou com o PMDB, coligado ao PSB no estado, em aliança composta por mais seis legendas. Dos três nomes cotados para assumir a candidatura a senador, dois refutaram a possibilidade, criticando publicamente o partido.

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Germano Rigotto se sentiu desvalorizado após ter sido preterido para Albuquerque como primeira escolha da coligação. Por uma rede social, o ex-governador do Rio Grande do Sul lembrou que se dispôs a concorrer ao Senado, mas que "contrariando nossas bases, uma condução equivocada do processo impossibilitou este sonho. Agora, com a campanha já andando e os programas de televisão no ar, não é mais viável".

“Não existe nenhuma chance, porque eu jamais serei convocado. O partido não me convocou quando eu tinha disposição, sequer cogitou o meu nome. O meu nome é citado apenas para constar”, disparou o ex-prefeito de Porto Alegre e candidato a deputado federal, José Fogaça, em entrevista à Zero Hora, de Porto Alegre, na semana passada.

O quarto nome cotado foi o do deputado estadual Ibsen Pinheiro. O gaúcho chegou a ser presidente da Câmara dos Deputados (1991-1993), mas foi cassado em 1994 pela CPI que investigou o escândalo dos Anões do Orçamento. Pinheiro foi absolvido do crime de sonegação fiscal, em 2000, pelo Supremo Tribunal Federal, e voltou à vida pública como deputado federal entre 2007 e 2010, quando ficou notabilizado por defender a redistribuição dos royalties do petróleo.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: Jean Car
Depois falam mal da Monarquia!!!! República ladeira a baixo e tem tempo viu!!!! | Denuncie |

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