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Na televisão, candidatos apresentam propostas para segurança pública Em debate, presidenciáveis discutiram ideias para diminuir a criminalidade no país

Étore Medeiros

Publicação: 26/08/2014 22:33 Atualização: 26/08/2014 23:04

O primeiro tema abordado no debate na TV Bandeirantes entre os candidatos à Presidência foi a segurança pública. Todos responderam sobre o mesmo assunto, apresentando as propostas para diminuir a criminalidade no Brasil, e o que fazer em especial para desbaratar as organizações criminosas.

Marina Silva (PSB) disse que pretende garantir os recursos para a segurança pública, buscar meios para a ação integrada das polícias. A ação de segurança pública, especialmente o combate à violência e ao tráfico de drogas, continuou, deve ser pautada pelo respeito aos direitos. Marina aproveitou os primeiros 90 segundos para se apresentar como a alternativa para o "desejo de mudança que os brasileiros têm, principalmente na política". Ainda no tema, disse que "boa parte das conquistas que avançamos, podemos perdê-las em função da política".

Aécio disse ter atenção especial à segurança. Em Minas Gerais, onde foi governador por oito anos, o tucano disse ter garantido investimentos e implementado ações que "trouxeram resultados extraordinários para a redução da criminalidade". O senador mineiro defendeu a integração entre o trabalho das polícias Civil e Militar. Aécio garantiu que não vai contigenciar recursos, e que vai liderar uma rápida reforma do Código Penal, "para que a sensação de impunidade seja minimizada". Ele também criticou o governo federal por não estar investindo o suficiente no combate ao tráfico de drogas e de armas nas fronteiras.

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A presidente Dilma Rousseff defendeu o modelo de segurança empregado durante a Copa do Mundo. “Na Copa, adotamos uma política que deu muito certo de integração entre todos os organismos de segurança pública”, explicou, citando a atuação conjunta das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil, além das Forças Armadas. “Isso resultou em uma grande vitória para nós”, complementou. Dilma disse ainda que a segurança pública deve ser compartilhada entre a União e os estados, já que o crime organizado age de forma coordenada.

O candidato Levy Fidelix (PRTB) provocou os petistas, dizendo que as drogas e armas que entram pelas fronteiras do Brasil viriam da Bolívia, da Paraguai e da Venezuela, "países hermanos do atual governo". O Pastor Everaldo (PSC) se comprometeu a criar o Ministério da Segurança Pública.

Eduado Jorge (PV) citou como "a medida mais importante, com maior influência na redução da criminalidade a legalização e regulação das drogas psicoativas ilícitas. É daí que sai o financiamento dos exércitos criminosos". Já Luciana Genro (PSol) fugiu ao tema, tendo preferido se apresentar e e criticar o PT e o PSDB em temas diversos.

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