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Aliados defendem Michel Temer, e oposição quer impeachment

"Isso é uma ponte. Pode ser uma ponte frágil, uma pinguela? Tudo bem. Mas é o que tem. Se você não tiver uma ponte, você cai no rio%u201D, disse o presidente

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AFP / EVARISTO SA


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participou de almoço ontem com o presidente Michel Temer e outros integrantes do PSDB. Após deixar o encontro, que ocorreu no Palácio da Alvorada, FHC reafirmou que os tucanos apoiam o governo do presidente Michel Temer e que é preciso “chegar a uma eleição em 2018”. Ele repetiu a expressão usada na entrevista que deu ao Correio para se referir à gestão Temer. “Diante da circunstância brasileira, depois do impeachment, o que temos que fazer é atravessar o rio. Isso é uma ponte. Pode ser uma ponte frágil, uma pinguela? Tudo bem. Mas é o que tem. Se você não tiver uma ponte, você cai no rio”.

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FHC ainda criticou a possibilidade de o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, ter gravado conversas com integrantes do Palácio do Planalto. “O PSDB se sente responsável pelo país. Vamos chegar até uma eleição em 2018, unidos pelo Brasil”, disse Fernando Henrique. O tucano negou que Temer tenha tratado da substituição de Geddel durante o almoço, mas comentou uma eventual gravação que teria sido feita por Calero. “A pessoa gravar uma conversa com outro, não me parece que é uma coisa certa. Tem que ter boa-fé, imaginar que você está conversando com o interlocutor, ainda mais com o presidente da República”, disse Fernando Henrique.

Previdência
Segundo o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), Temer deverá enviar, na primeira semana de dezembro, a reforma da Previdência. Na próxima terça-feira, o Senado votará em primeiro turno a Proposta de Emenda à Constituição do teto dos gastos, cuja análise em segundo turno está prevista para o dia 13 de dezembro.

A oposição prepara dois pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer por crime de responsabilidade. Os documentos serão protocolados na próxima segunda-feira, na Câmara, pelo PT e pelo PSol. A decisão ocorreu após o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero informar à Polícia Federal que Temer o teria “enquadrado” para beneficiar o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) no episódio envolvendo o residencial La Vue.


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