Michel Temer adota posturas diferentes ao falar sobre gravação

A conversa, gravada por Joesley, no entanto, ocorreu dez dias antes da operação desencadeada pela Polícia Federal, exatamente no dia 7 de março

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postado em 23/05/2017 08:28

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto afirmou nesta segunda-feira (22/5), que o presidente Michel Temer se equivocou ao dizer, durante entrevista à "Folha de S.Paulo", que foi procurado pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, para falar sobre a Operação Carne Fraca. A declaração de Temer foi publicada na edição desta segunda-feira (22/5), do jornal. 

A conversa, gravada por Joesley, no entanto, ocorreu dez dias antes da operação desencadeada pela Polícia Federal, exatamente no dia 7 de março. "O presidente se equivocou, se confundiu", afirmou a assessoria. 

Desde a quarta-feira passada (17/5), quando se tornou pública a existência de gravação da conversa com Joesley, Temer tem adotado posturas diferentes em relação ao empresário. Em nota oficial, publicada ainda no dia 17, Temer limitou-se a confirmar o encontro e negar o cometimento de qualquer crime. 

Na quinta-feira, dia 18, já alvo de inquérito, Temer confirmou que "houve um relato de um empresário" que auxiliava a família do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). E afirmou que só tomou conhecimento sobre isso naquele momento.

No sábado (20/5), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Temer disse que costuma receber empresários para conversas nos palácios do Planalto e do Jaburu e em São Paulo. "Muitas dessas reuniões ocorrem fora da agenda", disse ele na ocasião. Questionado sobre o assunto tratado na conversa, entre eles a confissão de Joesley de que tinha "comprado" dois juízes e um procurador, o presidente disse que achava o empresário um "falastrão".

Em entrevista à Folha de S.Paulo, no domingo (21/5), Temer repetiu que considerava Joesley um "falastrão e chegou a chamá-lo de "empresário grampeador". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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José
José - 24 de Maio às 09:50
Vai pro lado que a ENCHORRADA COM ESGOTO correr ! ! !
 
deusdede
deusdede - 24 de Maio às 08:59
Seria interessante ficar calado, a cada vez que abre a boca, é que nem Ofélia do programa Chito City, só fala besteira. O último que andou nos trilhos o trem pegou.
 
RAIMUNDO
RAIMUNDO - 24 de Maio às 08:41
Antes da Lei 12.850, de 02/08/2013, que define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal; altera o Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); revoga a Lei no 9.034, de 3 de maio de 1995; e dá outras providências, tais como: acordo de colaboração premiada, essas quadrilhas poderosas de velhacos, que se dizem %u201Cpolíticos%u201D, sempre se davam bem. Alguns integrantes dessas quadrilhas se vangloriavam de que todos os processos em que estavam envolvidos eram arquivados, tudo com o apoio desses advogados que estão aí defendendo a extinção da lava-jato. Esses %u201Cadvogados%u201D enchiam o bolso de dinheiro, recursos originários da corrupção. Esses %u201Cadvogados%u201D que estão defendendo a saída do Juiz Sérgio Moro, procurando meios de acabar com a lava-jato precisam ser investigados, pois, continuam tentando obstruir a justiça. Já passou da hora de acabar com essas quadrilhas que há muito roubam os recursos que deveriam ser empregados na saúde, na educação, na segurança e em outros investimentos em infraestrutura que tanto Brasil precisa.