Clamor por justiça não será ignorado nas decisões do STF, diz Cármen Lúcia

O Supremo autorizou nos últimos meses a abertura de 76 inquéritos para investigar citados na delação da Odebrecht, homologada por Cármen Lúcia após a morte de Teori Zavascki, em janeiro

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postado em 30/06/2017 13:07

Durante sessão de encerramento das atividades do Supremo Tribunal Federal (STF) antes do recesso, a presidente Cármen Lúcia fez um discurso com reflexão sobre o papel do Judiciário. "O clamor por justiça que hoje se ouve em todos os cantos do País não será ignorado em qualquer decisão desta Casa", declarou Cármen Lúcia agradeceu aos demais ministros pela ajuda em "um semestre tão difícil".

O Supremo autorizou nos últimos meses a abertura de 76 inquéritos para investigar citados na delação da Odebrecht, homologada por Cármen Lúcia após a morte de Teori Zavascki, em janeiro. 

O ministro Edson Fachin ainda autorizou a abertura do inquérito contra Michel Temer, que levou a denúncia pela Procuradoria Geral da República, pela primeira vez, de um presidente no exercício do cargo.


"As vozes dos que nos antecederam que e que velaram pela aplicação do direito com o vigor de sua toga e o brilho de seu talento, não deixam de ecoar em nossos corações. Não seremos ausentes aos que de nós esperam a atuação rigorosa para manter sua esperança de Justiça. Não seremos avaros em nossa ação para garantir a efetividade da Justiça", disse. A partir deste sábado, a ministra passa a responder pelos casos urgentes que chegarem ao tribunal durante o plantão do recesso do Judiciário.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que termina o mandato em setembro, ensaiou uma despedida e também agradeceu os ministros da Corte. "Esta será a minha última sessão de encerramento de semestre. E dizer da minha honra desses quatro anos ter podido aprender diariamente por vossas excelências que a cada sessão que desenrola é uma aula. Saio acrescido de conhecimento jurídico e humano", afirmou.



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José
José - 30 de Junho às 14:10
Como é que a Senhora faz uma afirmação dessa, enquanto outro ministro solta/libera o Aécio Neves?