Ministro da Defesa admite conversas de Luciano Huck com o PPS

Segundo Raul Jungmann, apresentador já teria um "time de economistas e formuladores de políticas públicas" disposto a apoiá-lo

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postado em 01/11/2017 16:36 / atualizado em 01/11/2017 17:54

João Miguel Jr./TV Globo

 
Antes tida como improvável, uma eventual candidatura de Luciano Huck à Presidência da República nas eleições de 2018 pode estar ganhando corpo. Em entrevista ao programa CB.Poder — uma parceria do Correio com a TV Brasília — o ministro da Defesa e único representante do PPS no primeiro escalão do governo federal, Raul Jungmann, admitiu que o apresentador tem mantido conversas com o partido.
 
 
"O candidato que está posto neste momento é o senador Cristovam Buarque. Agora, nessa época de entresafra, você conversa com todo mundo. O Luciano, que eu também tive oportunidade de conhecer, é uma figura do bem, que está discutindo, está conversando com diversos partidos, com a perspectiva de diversos arranjos. Então, neste momento, conversar é preciso. Mas a definição por enquanto em termos partidários continua com o senador Cristovam Buarque", afirmou o ministro.
 
Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
 

Jungmann aproveitou para elogiar Huck — a quem definiu como um "jovem com preocupações sociais" — e disse que o apresentador já teria um "time de economistas e formuladores de políticas públicas" disposto a apoiá-lo. O ministro ponderou, contudo, que, apesar de sentir que o global "está com vontade de participar", ainda tem dúvidas sobre se ele será ou não candidato ao Planalto. "Eu até brinquei com ele e disse: 'aproveita o Natal, reúne a tua família, fica com todo mundo próximo, tenha uma grande DR e tira uma decisão'. Se vier, ótimo. Se vier para o PPS, excelente. Se ficar em outro partido, excelente. Desde que tenha causas a defender e traga uma contribuição, que o país precisa muito", concluiu.

Exército no Rio

Ao longo da entrevista, Jungmann comentou diversos outros temas, como o combate ao tráfico e uso de drogas, o apoio das Força Aérea Brasileira (FAB) para combater o incêndio na Chapada dos Veadeiros e, principalmente, o uso das Forças Armadas para reprimir a violência em estados como o Rio de Janeiro. "Não se resolve o problema da segurança com a defesa, ou seja, com as Forças Armadas", pontuou o ministro que ainda defendeu a criação de um Ministério de Segurança Pública: "é inadiável".

Confira a entrevista completa:

 

 

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Antônio
Antônio - 01 de Novembro às 22:17
Sinceramente, parece que os políticos estão a procura de um FANTOCHE ou BONECO para, juntos, governarem o Brasil ! Deste jeito, muita gente vai concordar com o Charles de Gaulle !