Pedro Taques é o novo presidente do Fórum de Governadores do Brasil Central

A ideia é que, juntos, os estados que fazem parte do consórcio usem uma agenda comum para impulsionar a competitividade da região Brasil Central

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postado em 06/12/2017 12:37 / atualizado em 06/12/2017 12:44

Carlos Moura/CB/D.A Press


Na sexta e última reunião dos chefes do Executivo que compõe o Fórum de Governadores do Brasil Central, o governador Rodrigo Rollemberg anunciou o próximo presidente do consórcio. Marconi Perillo (PSDB-GO) deixa o cargo e passa a chefia para Pedro Taques (PSDB-MT). A mudança ocorrerá em fevereiro e o mandato será de um ano. O evento ocorreu na manhã desta quarta-feira (6/12), na Residência Oficial, em Águas Claras. 

Ao todo, são sete unidades da Federação que compõe o grupo: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e Maranhão. A ideia é que, juntos, os estados possam usar uma agenda comum e impulsionar a competitividade da região Brasil Central - que equivale a 12% da população do país. Com isso, a expectativa é que os projetos garantem o desenvolvimento das cidades. 

De acordo com Rollemberg,  o consórcio estimula a reunião de governadores de todo o país. "Queremos mostrar nosso profundo agradecimento ao Marconi, que foi o idealizador do consórcio. Hoje, assinamos a continuidade na tutoria do Itaú Social e também o acordo  de cooperação para fazermos a compra de medicamentos de alto custo de forma acompartilhada. Isso vai permitir com que o gasto saia mais barato", disse. A parceria entre os estados para a compra de remédios já começa a valer a partir de hoje. "Todos os estados fazem compra de medicamentos de alto custo e se  a gente fizer uma compra compartilhada em uma escala maior, vamos comprar melhor e gastar menos", afirmou. 

O futuro presidente Pedro Taques acredita que esse acordo foi o ganho mais importante. "Esta instituição já se apresenta no Brasil como modelo de gestão compartilhada entre as unidades", comentou. Durante o mandato, Taques assumiu que seguirá os mesmos passos do antecessor, Marconi Perillo, e que nenhuma decisão será tomada sem consultar os colegas. "Antigamente os governadores eram muito pouco chamados para pautas nacionais. Agora não tem reunião sem os esses gestores. Nós representamos a parcela de um todo, que é o Brasil", concluiu. 

Para compor uma agenda estratégica, o grupo aposta em agropecuária, logística, industrialização, educação, empreendedorismo e inovação. Além disso, o consórcio lançou uma proposta de plano de trabalho para aumentar a eficiência da execução das políticas públicas municipais.Nesse acordo inicial, 231 cidades farão parte. No caso do DF, cada região administrativa será considerada em separado.
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