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Estado de Minas

Ministra Cármen Lúcia mantém prisão, e Maluf deve ser transferido para o DF

Presidente do STF rejeitou recurso da defesa de Maluf, que solicitava que o processo fosse avaliado em plenário


postado em 21/12/2017 18:36 / atualizado em 21/12/2017 19:50

(foto: Nelson Antoine/Folhapress)
(foto: Nelson Antoine/Folhapress)

 

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso da defesa e manteve a prisão do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), nesta quinta-feira (21/12). Como o Poder Judiciário está em recesso, o pedido dos advogados do parlamentar foi analisado pela ministra, que estava de plantão.

 

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Com a decisão, o político, que se apresentou à Polícia Federal na quarta-feira, deve ser transferido a qualquer momento para Brasília, onde deve cumprir pena por lavagem de dinheiro no Complexo Penitenciário da PapudaA Justiça do DF solicitou uma perícia médica para verificar se o presídio tem condições de abrigar o deputado, que tem 86 anos e sofre de problemas médicos.

 

No pedido apresentado ao STF, a defesa de Maluf pedia que o cumprimento da pena de prisão fosse suspenso até o julgamento de outro recurso contra a condenação, ainda a ser apresentado ao STF.

 

Primeira Turma analisou em maio 

 

O caso do político foi analisado em maio pela Primeira Turma da Corte. No entanto, como a decisão de manter a condenação dele não foi unânime, os advogados questionaram o resultado. Nesta semana, o ministro Edson Fachin avaliou esse pedido e manteve a condenação a sete anos de cadeia, com regime inicial fechado, e determinou a execução imediata da pena.

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