Aparelhos que se conectam à internet se adaptam ao corpo como uma roupa

Apenas na categoria relógios inteligentes, a aposta é que sejam vendidas 20 milhões de unidades

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postado em 10/09/2013 10:38

Arquivo Pessoal


Não é difícil encontrar quem fique 24 horas conectado ao mundo virtual, seja pelo smartphone, seja pelo computador. Com a chegada dos aparelhos vestíveis — produtos tecnológicos que podem ser utilizados como itens do vestuário —, isso é possível sem a necessidade de carregar os gadgets no bolso ou nas mãos. O diretor de Empresas da Intel Capital, Vibhor Rastogi, disse, durante um evento no Vale do Silício, que serão comercializados, apenas de relógios inteligentes, 20 milhões de unidades.


Segundo o professor de ciência e engenharia da computação do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), Jorge Torres, essa tendência de aparelhos vestíveis nasceu da tecnologia assistiva, voltada para ajudar pessoas deficientes ou com dificuldades de locomoção e, depois, ampliada. “Perceberam que isso poderia ser levado a outros públicos por facilitar a vida dos indivíduos e deixar tudo mais prático. Agora, só tende a evoluir.”

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O mais novo aparelho que integra a tecnologia vestível é o Galaxy Gear, da Samsung, anunciado na Internationale Funkausstellung (IFA 2013), em Berlim. O relógio inteligente possui tela SuperAmoled de 1,63 polegadas, comando de voz, memória RAM de 512MB e câmera de 1,9 megapixel. A bateria dura cerca de 25 horas, e o gadget pesa apenas 73,8 gramas. A previsão é de que ele chegue ao Brasil em outubro, mas o preço ainda não foi divulgado.

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