Google Glass ganha novo fôlego em empresas e escritórios

O Google Glass ficou disponível nos Estados Unidos no começo de 2014 a qualquer um com 1.500 dólares para gastar e vontade de se tornar um "explorador"

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postado em 18/07/2017 18:52

Após dois anos fora de foco, os óculos Google Glass estão de volta ao centro das atenções, auxiliando profissionais em seus empregos. 
 
General Electric, Volkswagen, e Boeing estão entre as mais de 50 empresas que experimentam o programa limitado Glass Enterprise Edition, afirmou o líder do projeto Jay Kothari.
 
 
Há três anos, o programa Explorer permitiu que desenvolvedores e "early adopters" (pessoas que começam a usar uma tecnologia assim que ela está disponível) experimentassem os óculos, num teste inicial de usos potenciais para empresas. Mas a iniciativa eventualmente foi para a geladeira em 2015.

"Trabalhadores de vários ramos, como indústria, logística, serviços e saúde acharam útil usar a tecnologia para ter acesso a informações e outros recursos quando estão com as mãos ocupadas", afirmou Kothari. 

A equipe do Glass, que está de volta ao X, laboratório de novas tecnologias inovadoras da matriz da Google, Alphabeat, passou os últimos dois anos customizando os óculos para que ele possa ser usado profissionalmente. 

O feedback das empresas que participam do programa estimulou a decisão de disponibilizar o Glass Enterprise Edition a mais companhias, de acordo com Kothari.

Os dados financeiros não foram divulgados.

Depois que o programa Explorer foi encerrado, uma reestruturação corporativa submeteu a divisão de projetos ousados como os óculos e os carros autônomos à Alphabeat. 

O Google Glass - muito aguardados por alguns e desprezado por outros - ficou disponível nos Estados Unidos no começo de 2014 a qualquer um com 1.500 dólares para gastar e vontade de se tornar um "explorador".

O programa de teste do Glass, beta, foi expandido para o Reino Unido. 

O Google Glass entra na internet usando Wi-Fi ou pareado a celulares conectados. Fotos e vídeos poderiam ser compartilhados na rede social Google+.

A empresa enfrentou o desafio de melhorar a imagem do Glass entre os consumidores, já que os óculos despertaram preocupação acerca da privacidade, pois podem capturar fotos e vídeos. 

O mercado de realidade virtual começou a florescer desde então. HTC, Sony e Oculus, do Facebook, competem com seus gears, e a Microsoft lançou o HoloLens, visores de realidade aumentada promissores para uso profissional. 
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