ÁSIA

Quarenta horas de viagem separam você das maravilhas da Tailândia

Localizado no Sudoeste asiático, o país vem sendo descoberto aos poucos pelos brasileiros, graças à grande oferta de passagens aéreas. A maior parte dos voos mais baratos parte de São Paulo

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postado em 30/08/2017 20:00 / atualizado em 30/08/2017 17:31

Thangaraj Kumaravel/Flickr

Bangcoc é hoje uma das cidades mais visitadas do mundo. A capital tailandesa recebeu, no ano passado, quase 22 milhões de estrangeiros, ficando à frente de Londres (19,8 milhões) e Paris (18 milhões), segundo pesquisa realizada. Só para se ter uma ideia, o Brasil inteiro recebeu o recorde de 6,6 milhões de turistas em 2016, boa parte deles por conta dos Jogos Olímpicos.

 

My wave pics/Flickr

É comum os turistas passarem dois ou três dias na capital e depois seguirem para as belas prais e ilhas do sul do país. O clima ajuda a tomar a decisão. O período de chuvas pesadas (e diárias) é entre maio e agosto, e o resto do ano de sol e calor intenso, em média 400 C. É preciso ficar atento ao fato de que a cultura oriental é totalmente diferente da ocidental, então, você pode não encontrar papel higiênico ou facas, por exemplo, em alguns locais mais tradicionais. Se visitar o país até outubro, não estranhe o luto oficial de um ano devido à morte do rei Bhumibol, que passou 70 anos no trono.


Morten F/Flickr

Apesar do sol forte, nada de shorts ou regatas. Em boa parte dos mais de 400 templos da cidade e em prédios oficiais (como o Grande Palácio) é proibido entrar com joelhos ou ombros descobertos, em sinal de respeito. A dica é levar uma calça (ou saia) levinha na mochila e vestir na entrada. Esses itens são encontrados — junto a uma variedade de artigos locais — nos mercados noturnos. O gigantesco Chatuchack fica aberto todos os fins de semana e deve ser parada obrigatória.

 

Flurina Zwahlen/Flickr
 

Negociadores experientes 

Os tailandeses são simpáticos (lá é a “terra do sorriso”) e adoram negociar. Então, prepare-se para barganhar tudo por menos da metade do preço. Não se iluda com as agências de viagens que oferecem pacotes em hotéis e albergues próximos à Khao Sand Road (a rua dos mochileiros). É uma péssima localização, longe do centro da cidade e sem linhas de metrô ou trem aéreo, deixando o turista refém dos irritantes tuk-tuks (espécie de triciclo) e de taxistas mal-intencionados, que cobram o equivalente a R$ 50 por uma viagem pequena — um trajeto de meia hora não deve custar mais de R$ 10. Prefira ficar nas regiões do Siam ou Silom.


Roger W/Flickr

Nossa moeda é bem valorizada em relação ao bath tailandês. Numa praça de alimentação de shopping não se gastam mais de R$ 6 numa refeição. Se quiser arriscar numa barraca de rua (eu evitaria), o valor cai para R$ 3. Leve dólares e troque pela moeda local, pois, dificilmente, encontrará uma máquina de cartão de crédito ou débito. Ajuda na hora de comprar um pad thai (típico macarrão local) e até na gorjeta depois de uma massagem. 

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