Carinho e apoio diários

Formação de jovens persistentes e solidários, dispostos a cooperar com o próximo, é incentivada por meio de ambiente inclusivo e com a colaboração da equipe pedagógica.

Apresentado por
Ideal

postado em 11/01/2018 04:00 / atualizado em 11/01/2018 16:39

Bárbara Cabral/Esp.CB/D.A. Press
Desde pequenas, as crianças são incentivadas a pensar sobre o futuro e a responderem àquela famosa pergunta: “O que você quer ser quando crescer?” Parece simples, mas, muitas vezes, é essa vontade que as motiva a ir para a escola, se dedicar aos estudos, superar dificuldades e se empenhar na vida acadêmica.

No entanto, ainda há um desnível de oportunidades para os moradores de regiões administrativas mais afastadas do centro. Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio (Pdad) mais recente — com dados de 2015 e 2016 —, o número de pessoas do Plano Piloto com ensino superior ainda é três vezes maior do que em Taguatinga e quatro vezes maior do que em Ceilândia, por exemplo.
 
“Nós começamos em 2004, com a ideia de levar os jovens a ingressarem na Universidade de Brasília (UnB). Era algo distante para eles, e o sonho da mantenedora sempre foi aproximá-los dessa realidade”, conta a diretora geral do Colégio Ideal, Norma Soares.

Apesar de carregar a classificação de escola conteudista, ou seja, que preza pela transmissão de conteúdos por meio da figura central do professor, a escola tem como principal objetivo tornar seus alunos mais confiantes e determinados a lutar por um espaço no ensino superior e no mercado de trabalho, além de incentivá-los a serem agentes transformadores dos espaços onde habitam.
 
“Nós conversamos muito com nossos alunos, nós abraçamos, participamos da vida deles, estamos sempre mostrando que eles são capazes de superar qualquer coisa e que estamos aqui de braços abertos para ajudar com o que precisarem”, completa a diretora. Os alunos são avaliados todas as semanas, mas a filosofia do colégio vai além da excelência em sala de aula.
 
Mariangela Rodrigues, mãe de três filhos, buscava uma escola que desse uma boa base para que os pequenos pudessem ser o que quisessem, mas que não deixasse de lado os valores ensinados dentro de casa. A instituição acompanhou de perto toda a família, ajudando a identificar uma dificuldade na alfabetização da mais nova, Maria Alice, 7 anos, e auxiliando em momentos de dificuldade do Pedro Vitor, 9. “A escola me ajudou a encontrar a melhor forma de reforço e, dois meses depois, a Maria estava escrevendo sozinha a carta para o Papai Noel”, relata a mãe.
 
O apoio ao filho do meio foi igualmente importante. “A coordenadora me ligou para perguntar como eu acalmava o meu filho em casa, pois ia replicar nos momentos em que fosse necessário”, conta Mariangela. A mais velha, Maria Clara, 14, sempre estudou bastante e é muito esforçada, mas passou por dificuldade na mudança de escola. “O colégio foi sensacional, a orientadora a chamava todos os dias para conversar e ajudar a socializar com as colegas.”

Mudança


Gláucia de Sales, 44, precisou mudar o filho, Gabriel, de escola, porque ele sofria bullying na outra instituição em que estudava. “Eu sempre digo que a melhor propaganda é ‘entre neste abraço’, por ser tão real. Meu filho foi tão acolhido, se sentiu importante, aqui ele não é um número, os funcionários o conhecem pelo nome e isso, para mim, é fundamental”, relata a mãe. 
 
A sobrinha de Gláucia, Maria Eduarda, que também estuda na escola, passou pela mesma sensação de inclusão. Ela não era chamada para participar de danças e desfiles em outras escolas, mas, no Ideal, foi diferente. “Eu sempre seguro a bandeira na hora cívica. Aqui tem o projeto antibullying, que ensina que todo mundo é diferente e é preciso respeitar”, conta Duda. “O legal daqui é que, no recreio, ninguém fica sozinho, todo mundo brinca junto”, comenta Pedro Vitor. “De pique-ajuda!”, completa Maria Alice.
 
Bárbara Cabral/Esp.CB/D.A. Press
 

Valores priorizados


O Projeto Consciência é o pilar do trabalho com valores do Colégio Ideal e norteia as atividades do ensino fundamental. Consiste em um conjunto de temas abordados ao longo do ano, com atividades interdisciplinares, brincadeiras e até receitas. São eles: sustentabilidade, água e energia, empreendedorismo, trânsito, folclore e cultura, solidariedade, nacionalismo, valores de família e saúde.
 
Além disso, existem os projetos paralelos, como a Páscoa Solidária, com uma arrecadação que chega a 14 toneladas de alimentos; a Sinusi, uma simulação das Nações Unidas que inclui arrecadação de fundos para uma ação solidária; a Primavera Literária, de distribuição de livros; o Fórum de Debates, com assuntos selecionados pelos próprios alunos; o Coral Sonus, que realiza apresentações em praças, teatros e no Hospital do Câncer; e as viagens pedagógicas.
 
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