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Correio Braziliense

Padre Fábio de Melo desmente texto atribuído a ele sobre o ataque em Suzano

Publicação atribuída ao padre dizia que o ocorrido aconteceu por que às famílias estão "desestruturadas e fracassadas"


postado em 15/03/2019 19:20 / atualizado em 15/03/2019 19:24

Padre Fábio de Mello(foto: Divulgação)
Padre Fábio de Mello (foto: Divulgação)

 

Um conteúdo publicado no Twitter, e atribuído ao padre Fábio de Melo, foi desmentido pelo religioso na tarde desta sexta-feira (15/3), também na rede social. O texto falava sobre o ataque de Suzano (SP), que deixou 10 mortos na quarta-feira (13/3). A publicação fake dizia que um dos principais motivos do ataque seria o fato de as famílias estarem "arruinadas", onde "brindes comprava limites, deveres e direitos".

 

Usuário assíduo do Twitter, Pe. Fábio fez uma postagem nesta sexta, desmentindo a "corrente" que circula por grupos de WhatsApp, com o título "O melhor texto que já li sobre o acontecimento de ontem". "O que está viralizado sobre o atentado em Suzano não foi escrito por mim. O único que escrevi sobre o acontecimento é o que está abaixo", disse o religioso, em um post, onde compartilha seu real pensamento sobre o massacre.

 

 

 

 

A postagem falsa, disseminada na internet, dizia que os atiradores, dois jovens de 17 e 25 anos, mataram "porque as famílias estão desestruturadas e fracassadas, porque não se educa mais em casa, não se acompanha mais de perto, a tecnologia substitui o diálogo. Presentes compram limites, direitos e deveres. Não há o conhecimento e respeito a Deus". Conteúdo bem diferente do publicado pelo líder da igreja católica Diocese de Taubaté-SP.

  

Recorrente 

Em 2018, o padre teve o nome envolvido em vários boatos, todos desmentidos posteriormente por ele mesmo. Em uma das polêmicas, o líder espiritual teria apoiado o então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Na publicação, ele estaria pedindo votos ao político. No mesmo ano, outra mensagem afirmava que ele teria escrito um texto, onde dizia que os padres estavam sendo forçados a casar e os casais a se divorciar. Por meio do Twitter, Melo desmentiu as farsas.

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