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Correio Braziliense

Fiscais da Agefis lacram prédio em Vicente Pires com R$ 500 mil em multas

Segundo o órgão, essa é a segunda vez que o local é interditado


postado em 24/01/2018 14:45 / atualizado em 24/01/2018 18:19

Edificação acumula 60 multas e teve as entradas fechadas com tijolos(foto: Divulgação/Agefis)
Edificação acumula 60 multas e teve as entradas fechadas com tijolos (foto: Divulgação/Agefis)
Um prédio em Vicente Pires teve as portas e outros pontos de acesso cobertos por tijolos na manhã desta quarta-feira (24/1), durante operação da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). A edificação faz parte da lista de construções irregulares da região. 


A operação aconteceu na rua 4C. De acordo com a Agefis, o prédio, de 10 pavimentos, é notificado por ser irregular, construído em terreno público e sem alvará de funcionamento. Ainda de acordo com a agência, acumula 60 multas que, somadas, ultrapassam um valor de R$ 500 mil. 

Fiscais do órgão já haviam lacrado o local em 6 de dezembro do ano passado. Mas, em uma fiscalização de rotina, perceberam que havia sido rompido. A Agefis informou, ainda, que encaminhou dois documentos para a Polícia Civil do Distrito Federal sobre a situação. A Polícia Civil informou, por meio de nota, que a 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) instaurou um termo circunstanciado de crime de desobediência. O proprietário, ainda de acordo com a corporação, foi ouvido na delegacia. O termo seguiu para o Poder Judiciário.
 

Outras obras


Há pouco mais de um mês, a Agefis lacrou dois prédios. Um estava localizado na chácara 137 da Colônia Agrícola Samambaia. O outro, na rua 4A de Vicente Pires. As multas aos proprietários, somadas, chegavam a R$ 48,5 mil. Na ocasião, nenhum dos edifícios estavam ocupados. As obras tinham seis e sete andares, respectivamente. Em 2017, a Agência conseguiu lacrar 12 obras e edifícios irregulares na região.
 

Drone em auxílio


Além das rondas de fiscais, a agência conta, agora, com o uso de um drone para aprimorar o trabalho. Comprado por R$ 12 mil, o equipamento eletrônico é usado há um mês em regiões rurais. A agência espera combater, com o auxílio do aparelho, crimes como grilagem e ocupação ilegal de áreas públicas, descarte irregular de lixo, além de áreas de aglomeração de camelôs.  

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