Publicidade

Correio Braziliense

Policiais estouram cativeiro no MT e resgatam vítima de sequestro no DF

Policiais civis do Distrito Federal monitoraram o caso durante uma semana com apoio de Policiais Federais de Cáceres (MT). Segundo investigadores, os próprios criminosos levaram a vítima, identificada como I.S.R.M., até Porto Esperidião, que faz divisa com a Bolívia


postado em 13/03/2018 22:56 / atualizado em 14/03/2018 07:41

Cativeiro ficava em Porto Esperidião, no Mato Grosso, cidade que faz divisa com a Bolívia(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Cativeiro ficava em Porto Esperidião, no Mato Grosso, cidade que faz divisa com a Bolívia (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Um homem vítima de sequestro relâmpago ocorrido há uma semana em Samambaia foi resgatado em Porto Esperidião, no Mato Grosso. Policiais civis do Distrito Federal monitoraram o caso durante uma semana e nesta terça-feira (13/3) estouraram um cativeiro na cidade que faz divisa com a Bolívia. Segundo investigadores, os próprios criminosos levaram a vítima, identificada como I.S.R.M., até o município que fica a quase 400 quilômetros de Cuiabá. Três homens foram presos.
 
 
Em um vídeo gravado por policiais, a vítima mostra o local em que passou os últimos dias. Ele foi abordado pelos criminosos quando saía de casa, em 6 de março. Desde então policiais civis da Divisão de Repressão a Sequestros (DRS) acompanham o caso com apoio da área de inteligência da Polícia Federal de Cáceres (MT), que fica a 107 quilômetros de Porto Esperidião.
  
No cativeiro, policiais apreenderam uma caminhonete Hilux com placa de Goiás que foi usada para transportar a vítima de Brasília para Mato Grosso, além de R$ 100 mil que tinham sido pagos por uma pessoa ligada à vítima como forma de resgate. De acordo com os investigadores, os homens têm passagens por tráfico de drogas.
 
A ação contou com apoio de policiais rodoviários federais e militares de Mato Grosso. O delegado-chefe da DRS, Leandro Ritt, informou que só vai comentar o caso em entrevista coletiva na quarta-feira (14/3). 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade