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Correio Braziliense

Embarcação que jorrou óleo diesel no Lago Paranoá custa cerca de R$ 1,5 mi

Trata-se de uma lancha com capacidade para 20 pessoas, consideradas uma das maiores de Brasília. O modelo é uma Cimitarra 500, de 50 pés, chamada Antonela


postado em 23/10/2018 16:17 / atualizado em 23/10/2018 19:32

(foto: Marília Lima/Esp. CB/D.A. Press)
(foto: Marília Lima/Esp. CB/D.A. Press)

 
A embarcação que jorrou óleo diesel no Lago Paranoá custa cerca de R$ 1,5 milhão. Trata-se de uma lancha com capacidade para 20 pessoas, consideradas uma das maiores de Brasília. O modelo é uma Cimitarra 500, de 50 pés, chamada Antonela. 

O barco fica guardado na Vip Service Marina. Na manhã desta terça-feira (22/10), policiais civis retiraram a embarcação da empresa acompanhados dos proprietários. Ela ficará em um quartel dos bombeiros até os agentes concluírem a perícia.
 
A contaminação ocorreu no Setor de Clubes Sul, próximo à Ponte JK, quando uma lancha de propriedade particular abastecia no Posto Ipiranga que fica às margens do espelho d'água.  

A lancha é de propriedade de quatro sócios. Dois dos empresários da lancha são empresários do ramo da construção civil. A reportagem também tentou localizá-los, mas ninguém passou o contato dos responsáveis pela embarcação.
 
O Correio esteve na Vip Service, onde o barco era guardado, mas a informação era de que o gerente responsável não estava. A reportagem tentou falar com ele pelo número de celular, mas o homem não atendeu. 

Posto se posiciona 

Em nota, a empresa Ipiranga informou que foi informada pelo Posto Revendedor sobre o vazamento no Lago Paranoá, mas alegou que o incidente ocorreu "por um problema de manutenção do sistema de armazenamento de combustível da referida embarcação."
 
A empresa ainda defendeu que o posto seguiu o protocolo de segurança recomendado para essas situações e prestou auxílio ao proprietário da embarcação, além de ter comunicado o caso ao órgão ambiental competente. "Também segundo o Posto Revendedor, após a comprovação das providências de contenção e recolhimento do combustível, o órgão ambiental já teria liberado o local”, esclareceu. 

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