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Correio Braziliense

Caso Noélia: Polícia Civil conclui inquérito; suspeito continua preso

Na última quinta-feira (7/11), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal converteu a prisão temporária do suspeito em preventiva


postado em 08/11/2019 16:46 / atualizado em 08/11/2019 16:47

A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro(foto: Reprodução/Facebook)
A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro (foto: Reprodução/Facebook)
Menos de 30 dias após o crime, a Polícia Civil concluiu o inquérito da morte de Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos. Ela foi assassinada com um tiro no rosto na noite de 17 de outubro. O principal suspeito do crime, vizinho da vítima, teve a prisão temporária convertida em preventiva na última quinta-feira (7/11) pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Agora, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios tem um prazo de cinco dias para oferecer denúncia contra Almir Evaristo Ribeiro, 42. Enquanto isso, o órgão ainda pode solicitar informações complementares à 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), que investiga o crime. Caso a acusação seja aceita pela Vara Criminal de Águas Claras, o suspeito será julgado pelo Tribunal do Júri da mesma cidade.
 
De acordo com a Polícia Civil, os laudos técnicos solicitados ao Instituto de Criminalística, referentes à perícia do local do crime e dos objetos encaminhadas para constatação de material biológico, ainda não estão prontos. Os resultados serão encaminhado pela 38ª DP à Justiça assim que disponibilizados.
 

Relembre o caso

A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro. O corpo dela apresentava uma marca de tiro no rosto e sinais de luta corporal. Moradora do Sol Nascente, ela não era vista pela família desde a noite que sumiu, após sair do shopping em que trabalhava, na Asa Norte.

Em 24 de outubro, a Polícia Civil prendeu Almir Evaristo Ribeiro, como sendo o principal suspeito do crime. Ele era vizinho da vítima e nega ter cometido o assassinato. 

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