Cidades

Grupo inspeciona condição dos presos no Centro de Progressão de Pena (CPP)

Tribunal de Justiça e outros órgãos verificaram a condição dos presos e instalações e o abastecimento do material de higiene e limpeza

Correio Braziliense
Correio Braziliense
postado em 03/04/2020 14:57
 (foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
Representantes de vários órgãos  conheceram a rotina carcerária, as instalações da unidade e o almoxarifadoRepresentantes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus/DF), da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB/DF) e promotores de Justiça estiveram, na quinta-feira (2/4), no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

O grupo verificou a rotina carcerária, as instalações da unidade e o almoxarifado, o abastecimento de material de limpeza e higiene da prisão. Os visitantes chegaram ainda a conversar com alguns presos.

Um dos internos pediu à juíza titular da Vara de Execução Penal (VEP/DF), uma das integrantes do grupo, que os presos retomassem o trabalho e o estudo. O detento assentiu quando a juíza explicou que a suspensão dos benefícios é temporária e necessária ao bem-estar de todos, e que não haverá prejuízo da execução penal, pois as respectivas remições serão reconhecidas.

Os visitantes foram recebidos pelo diretor do CPP, José de Ribamar da Silva e puderam constatar que os dois pátios de banho de sol estavam sendo usados pelos presos. O diretor assegurou que todos estão recebendo três horas diárias de banho de sol e as áreas comuns estão sendo higienizadas diariamente.

Na mesma data, a juíza da VEP também fez inspeção no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), no Complexo da Papuda. O TJDFT informa que as inspeções continuarão sendo feitas. Para além dessas atividades, os juízes e servidores da Vara de Execução Penal seguem em mutirão, analisando todos os processos em trâmite, sobretudo aqueles ajuizados com fundamento na disseminação do coronavírus.

*Com informações do TJDFT

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