Publicidade

Correio Braziliense

Acusado de matar Noélia vai a júri popular

A vendedora desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro. O corpo dela apresentava uma marca de tiro no rosto e sinais de luta corporal


postado em 02/06/2020 21:39 / atualizado em 02/06/2020 23:04

Noélia Rodrigues(foto: Reproducao/Facebook)
Noélia Rodrigues (foto: Reproducao/Facebook)
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acatou a denúncia feita pelo Ministério Público do DF (MPDFT) contra Almir Evaristo Ribeiro, 43 anos, para que ele seja julgado pelo júri popular. O homem é acusado de matar Noélia de Oliveira Rodrigues, 38, com disparo de arma de fogo em 17 de outubro do ano passado, na estrada marginal à rodovia Estrutural.
 
O réu responde pelo crime de homicídio duplamente qualificado por uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e por razões da condição do sexo feminino em contexto de violência doméstica.
 
O juiz entendeu que o acusado deve ser submetido a julgamento popular. A decisão baseia-se em prova de materialidade e indícios de autoria do crime. Para o magistrado, há provas suficientes da autoria dos delitos atribuídos a Almir. “Considerando os depoimentos colhidos nos autos, estão demonstrados os indícios mínimos de autoria suficientes para autorizar a decisão de pronúncia diante da existência de um juízo de probabilidade quanto à autoria delitiva imputada ao réu”.

Entenda o caso

A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro. O corpo dela apresentava uma marca de tiro no rosto e sinais de luta corporal. Moradora do Sol Nascente, ela não era vista pela família desde a noite que sumiu, após sair do shopping em que trabalhava, na Asa Norte.

Em 24 de outubro, a Polícia Civil prendeu Almir Evaristo Ribeiro, como sendo o principal suspeito do crime. Ele era vizinho da vítima e nega ter cometido o assassinato.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade