Cidades

Primeiro semestre contou com regularização fundiária em seis áreas do DF

A Seduh adotou medidas para tentar diminuir a burocratização dos trâmites: foram mais de 900 alvarás só no primeiro semestre de 2020

Correio Braziliense
Correio Braziliense
postado em 20/07/2020 10:10
Taguatinga é um dos locais que tiveram áreas liberadas para construção no primeiro semestre deste anoDe janeiro a junho deste ano, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) submeteu a análise do Conselho de Planejamento Urbano e Territorial do DF (Conplan) a regularização fundiária de seis áreas. Todas foram aprovadas e os moradores dessas regiões podem conseguir a escrituração dos lotes.

As áreas aprovadas ficam em Taguatinga, Brazlândia, Riacho Fundo I e Sobradinho II. Além dessas, foi publicado um decreto aprovando o projeto urbanístico de outras cinco regiões. A população estimada desses territórios é de aproximadamente 13 mil pessoas. De acordo com o subsecretário de Parcelamentos e Regularização Fundiária, Marcelo Vaz, outros quatro processos de regularização já foram encaminhados ao Conplan.

O Portal da Regularização aumentou o número de consultas sobre o andamento dos processos. Em 11 meses de funcionamento, foram registrados mais de 30 mil acessos. Além das regularizações, neste primeiro semestre foram aprovados pelo Conplan três novos parcelamentos nas regiões do Jardim Botânico, Guará e Taguatinga.

Alvarás de construção


A Seduh informou que a demora de até dois anos para conseguir um alvará de construção para casas faz parte do passado. A pasta salientou que somente neste primeiro semestre, a Central de Aprovação de projetos (CAP) emitiu 727 ;alvarás de sete dias; para habitação unifamiliar, pelo rito simplificado.

No total do semestre, incluindo os alvarás para empreendimentos e serviços, esse número chega a 959. Na prática, significa a liberação para a construção civil de uma área aproximada de 975.273 m;, equivalente a 136 campos de futebol.

A CAP está usando ações para tentar diminuir burocracias, como a exigência de que as pranchas definitivas de projetos arquitetônicos em tramitação sejam apresentadas somente por meio eletrônico. Os interessados devem remetê-las com a assinatura digitalizada ou eletrônica e certificação digital do autor do projeto e do proprietário do imóvel ou representante legal.

Uma outra medida foi a mudança no Código de Obras e Edificações (COE), que permite a substituição dos laudos topográficos por croquis de locação no caso de construção de casas unifamiliares. A ação vai permitir dar celeridade à emissão de cartas de habite-se ; que, até o fim de junho, registraram 284 emissões.

;Além disso, estamos promovendo a construção de um portal interativo para a CAP, que vai trazer transparência e maior agilidade aos serviços de licenciamento;, adianta o subsecretário da CAP, Ricardo Noronha.

Projetos de requalificação


Na área de planejamento urbano, foram aprovados oito projetos de requalificação, das vias W3 e W2 Sul, quadras 504 a 506, 502 e 503, 515 e 516.

;Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados no primeiro semestre de 2020, que demonstram que, apesar da pandemia, a equipe da Seduh, em teletrabalho, vem mantendo a produtividade em alta visando o atendimento da população em todos os sentidos; comemora o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Como meta para o segundo ano de governo, a Seduh trabalha na conclusão de alguns temas importantes para a população do Distrito Federal, como a revisão da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub).

*Com informações da Agência Brasília

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