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Correio Braziliense

Com Andréa Beltrão, filme de Hebe retrata postura corajosa da apresentadora

O sucesso da apresentadora que conquistou os lares brasileiros é contado na cinebiografia 'Hebe: A estrela do Brasil'


postado em 26/09/2019 06:35 / atualizado em 25/09/2019 20:56

Andréa Beltrão interpreta Hebe na cinebiografia(foto: Reprodução/Adoro Cinema)
Andréa Beltrão interpreta Hebe na cinebiografia (foto: Reprodução/Adoro Cinema)


cantora, apresentadora, atriz e radialista Hebe Camargo morreu em 2012, mas, antes disso, estruturou um legado que é lembrado até os dias de hoje. Ela iniciou a carreira como cantora na década de 1940; em 1955, apresentou o primeiro programa feminino da televisão brasileira. Até que em 1966, a apresentadora retorna à televisão com o programa Hebe, que permaneceu nas emissoras brasileiras por mais de 40 anos, marcado pelos selinhos nos convidados. 

Durante a década de 1980, no período de transição da ditadura para a democracia e época em que o filme é ambientado, Hebe tomou uma decisão importante. Ela passou a controlar a própria carreira, e em meio a críticas machistas, incluindo as do marido ciumento e as dos chefes poderosos, se mostrou para o público como uma mulher que questionou valores vigentes.

Interpretada por Andréa Beltrão nos cinemas, a cinebiografia narra a trajetória de Hebe, principalmente a luta da apresentadora contra a censura e a ditadura. O recorte enfatiza a transição do regimes enquanto Hebe trabalha no SBT e na Band. 

O lado da “queridinha do Brasil” que milita a favor das minorias também é levado em conta, com cenas em que levanta a bandeira LGBTQ+ durante os programas. A icônica frase de Hebe também é representada no longa. “A Hebe não é de direita, a Hebe não é de esquerda. A Hebe é direta”.

Dirigido por Maurício Farias, Hebe: A estrela do Brasil chega aos cinemas brasilienses nesta quinta-feira. 

Outras estreias

Ad Astra – Rumo às estrelas

Após a Terra passar por situações nunca vistas antes, o engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) viaja pelo interior de um sistema solar para encontrar o pai desaparecido, um astronauta que se perdeu há 20 anos no caminho para Netuno. O cientista renegado está por trás dos acontecimentos terráqueos. 

(foto: Reprodução/Adoro Cinema)
(foto: Reprodução/Adoro Cinema)

Abominável 

A adolescente Yi (Chloe Bennet) encontra um jovem Yeti no telhado do prédio em que ela mora, em Xangai. Após a descoberta, ela e os amigos Jin (Tenzing Norgay Trainor) e Peng (Albert Tsai), apelidam a criatura mística de “Everest”, e todos se tornam amigos. O trio embarca em uma jornada de aventuras.  

A melhor juventude

Os irmãos Nicola (Luigi Lo Cascio) e Matteo Carati (Alessio Boni) dividem os mesmos sonhos, esperanças, leituras e amizades até conhecerem Giorgia (Jasmine Trinca), uma jovem com distúrbios psíquicos. Com isso, Nicola começa a ser militante ativa do movimento estudantil. 

Ambiente familiar

Alex, Fagner e Diógenes são três amigos que formam um laço familiar independente de ligação sanguínea. Se mudando juntos para uma casa, o trio de rapazes dão apoio emocional uns aos outros na tentativa de, através de sua união, superar traumas.

Filhas do sol

Bahar (Golshifteh Farahani) é a comandante das Filhas do Sol, um batalhão composto somente por mulheres curdas que atua ofensivamente na guerra do país. Ela e as soldadas estão prestes a entrar na cidade de Gordyene, local onde Bahar foi capturada uma vez no passado. 

Foro íntimo 

Mesmo sem cometer nenhum crime, um renomado juiz criminal é preso. Isso porque, devido ao trabalho de risco, ele está sendo severamente ameaçado de morte. Para se proteger, ele precisará viver sob um forte esquema de segurança. 

Caminhos Magnétykos

Raymond (Dominique Pinon) é um senhor francês que vive em Portugal com a esposa e a filha, Catarina (Alba Baptista), uma jovem de 21 anos que está às vésperas de se casar. Raymond  se arrepende de concordar com o casamento. ele acaba se envolvendo em pesadelos.

Carta para além dos muros

Por meio de entrevistas com médicos e pacientes, o filme mostra a trajetória histórica do vírus HIV e da AIDS no imaginário brasileiro, desde a epidemia que tomou o mundo e deixou milhares de vítimas nas décadas de 1980 e 1990, até os dias atuais. 

(foto: Reprodução/Adoro Cinema)
(foto: Reprodução/Adoro Cinema)

Meu amor por Grace

Jo (Ryan Potter) é adotado por Doc (Matt Dillon), um médico novo na região. Conhecido por sua velocidade, Jo começa a trabalhar com entrega de medicamentos. Ao conhecer Grace (Olivia Ritchie), filha de um rico dono de plantação, o rapaz transcende todos os limites sociais para viver seu amor proibido.

O incerto lugar do desejo

Ana Thereza (Maria Fernanda Cândido) se vê frente a uma situação em que um forte desejo a levaria a mudar toda a sua vida. Essa e outras questões pessoais dela servem como ponto de partida para abordar o objeto principal deste documentário: o desejo. 

O menino que fazia rir

Um dos humoristas de maior relevância na Alemanha, Hans-Peter Kerkeling consagrou-se no mundo artístico, não só com o humor, mas  também como ator, apresentador e roteirista. No entanto, por trás de tantas gargalhadas, ele vivia uma verdadeira história de tragédia.

Predadores assassinos

Quando um imenso furacão se aproxima da Flórida, todos os habitantes devem evacuar o local. Mesmo assim, a jovem Haley (Kaya Scodelario) se recusa a sair de casa enquanto não conseguir resgatar o pai, que está gravemente ferido. Aos poucos, o nível da água começa a subir e Haley também se fere.  

Pyewacket - Entidade maligna

Leah (Nicole Muñoz) é uma adolescente cheia de problemas e que vive frustrada. Cansada da relação familiar tumultuada, ela decide performar um ritual oculto para invocar uma bruxa para matar sua mãe (Laurie Holden). Acaba despertando um mal que jamais poderia imaginar.

(foto: Reprodução/Adoro Cinema)
(foto: Reprodução/Adoro Cinema)

Sócrates

Depois da morte de sua mãe, o jovem Sócrates (Christian Malheiros), que foi criado apenas por ela durante os últimos tempos, precisa fazer tudo o que for possível para que consiga sobreviver na realidade da miséria, somado com o preconceito por ser homossexual. Seus valores e ideais são colocados em questão.
 
 
*Estagiária sob supervisão de Severino Francisco
 
 

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