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Polícia arquiva investigação contra ex-BBB Felipe Prior por estupro

A 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo concluiu que não há provas contra o arquiteto

Correio Braziliense
Correio Braziliense
postado em 05/08/2020 22:30
A 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo concluiu que não há provas contra o arquitetoO ex-participante do Big Brother Brasil 2020 (BBB20) Felipe Prior não será indiciado pela denúncia de estupro recebida contra ele. A 1; Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo concluiu, nesta terça-feira (4/8), o inquérito policial que apurou as três acusações feitas contra o arquiteto, de dois estupros e uma tentativa de estupro, e concluiu que não havia provas contra ele.

As informações são do portal G1. O inquérito segue agora para o Ministério Público que pode arquiva-lo ou seguir com as investigações.

A defesa de Felipe Prior disse, por meio de nota, que o inquérito pode apresentar provas da inocência do arquiteto.

Já as advogadas que representam as mulheres que fizeram as denúncias disseram que "repudiam as conclusões da polícia". "Somente uma crença infundada em teorias da conspiração explica o relato de quatro mulheres, confirmado por testemunhas, documentos e laudo pericial, ser desconsiderado apenas porque o agressor negou a prática dos crimes. Nenhuma mulher se beneficia de denunciar um estupro."

Entenda o caso

Em março as três mulheres apresentaram as denúncias contra o participante do BBB. Os crimes teriam ocorrido em 2014, 2016 e 2018, em festas universitárias da InterFau (Faculdade de Arquitetura de São Paulo).

As histórias vieram à tona depois que uma delas fez um post no Twitter falando do ocorrido e foram divulgadas pela revista Marie Claire, que trouxe detalhes de como os crimes teriam acontecido. Depois disso, uma quarta mulher também disse ter sido estuprada por Prior em 2015.

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