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Alunos e professores terão pacote de dados para acessar Google Sala

A SEE-DF vai custear o acesso à plataforma para estudantes e docentes da rede pública. Pacotes de dados estarão disponíveis até o fim do mês

Eu, Estudante
postado em 21/07/2020 18:36

A Secretaria de Estado de Educação (SEE-DF) anunciou que pagará o acesso de internet de alunos e professores à plataforma Google Sala de Aula.

Até o fim de julho, estudantes e docentes da rede pública que usarem o aplicativo Escola em Casa DF conseguirão acessar a plataforma Google Sala de Aula mesmo se não tiverem internet própria.

A SEE-DF vai custear o acesso à plataforma para estudantes e docentes da rede pública. Pacotes de dados estarão disponíveis até o fim do mês

Isso porque a SEE-DF vai pagar por todo o consumo de dados registrado pelo aplicativo. Além disso, quem tiver internet não terá o pacote consumido ao acessar o sistema por causa do benefício.

Ainda esta semana, a pasta lançará edital para operadoras de internet interessadas em prestar o serviço.

Para ter acesso aos dados patrocinados, basta ter um dispositivo com chip ativo (telefone ou tablet, por exemplo) e baixar o aplicativo Escola em Casa DF. A internet gratuita será exclusivamente para acessar a plataforma Google Sala de Aula.

Todos os alunos e professores da rede pública podem recorrer ao benefício, independentemente da renda.

Segundo a secretaria, mais de 470 mil estudantes e 72 mil profissionais da educação se cadastraram na plataforma Google Sala de Aula desde abril. Entre 13 de julho e a última segunda-feira (20/7), a plataforma teve 1,1 milhão de acessos de estudantes e 197,8 mil de professores.

Para baixar o aplicativo Escola em Casa DF

O app Escola em Casa DF está disponível para sistemas Android, na PlayStore, desde 13 de julho, data do retorno oficial do ano letivo on-line. Segundo a SEE-DF, em breve, também estará disponível para o sistema IOS.

Aqueles que baixarem o app antes da oferta do acesso gratuito à plataforma Google Sala de Aula ainda estarão utilizando a internet do próprio pacote de dados.

Ano letivo híbrido

As aulas da rede pública voltaram a ser obrigatórias em 13 de julho, de modo remoto, por meio da plataforma Google Sala de Aula ou materiais impressos (no caso de alunos sem acesso à internet).

Quando forem retomadas presencialmente, as aulas terão modelo híbrido, com metade da turma em casa tendo atividades remotas e metade da turma na escola. Os grupos se revezarão a cada semana.

Com informações da SEE-DF

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