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Correio Braziliense

Antônio Imbassahy pede exoneração do cargo de ministro

O ministro enviou uma carta ao Planalto pedindo exoneração e teve a solicitação atendida pelo presidente da República, Michel Temer


postado em 08/12/2017 17:15 / atualizado em 08/12/2017 17:39


O ministro Antônio Imbassahy disse que após deixar o governo, ele reassumirá o mandato de deputado federal.(foto: Alan Santos/PR)
O ministro Antônio Imbassahy disse que após deixar o governo, ele reassumirá o mandato de deputado federal. (foto: Alan Santos/PR)
 
O ministro Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo), responsável pela articulação política, abandonou o cargo nesta sexta-feira (08/12). Enviou uma carta ao Planalto pedindo exoneração e teve a solicitação atendida pelo presidente da República, Michel Temer. A saída de Imbassahy é aguardada há dois meses, desde que o PSDB anunciou o desembarque do governo.

Na carta em que oficializa o pedido, o ex-ministro afirmou sua intenção de “continuar contribuindo com a gestão Temer na Câmara”. Após deixar o governo, ele reassumirá o mandato de deputado federal. Durante seus tempos à frente da Secretaria de Governo, Imbassahy era criticado por seu trabalho. Chegou a ser apontado como o “ministro mais inacessível”, um contraste com a posição de quem deveria “abrir caminhos”.
 
 
Imbassahy afirmou ter se sentido honrado pela participação do governo de Temer, dizendo que “atuar na articulação política em um período de radicalização pós-impeachment, com uma grande fragmentação partidária, em meio a enormes dificuldades econômicas e fiscais, representou um grande desafio”.

Substituição

Em 22 de novembro, o Correio anunciou que o deputado Carlos Marun (PMDB-MT) estava com um pé na Secretaria de Governo para substituir o tucano Antônio Imbassahy. A posse, inclusive, estava prevista para aquela quarta-feira (22/11), junto com a do novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

A situação era dada como tão certa que o Palácio do Planalto chegou a twittar uma mensagem de parabéns ao “novo ministro Carlos Marun”. A troca não ocorreu porque o destino de Imbassahy ainda era indefinido. O tucano baiano conta com o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), amizade importante nesse retorno à Casa.

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